- há aparentes benefícios de curto prazo;
- procura-se uma gratificação pessoal imediata;
- aprova-se práticas sexuais imorais;
- torela-se só baixos padrões éticos;
- aprova-se os pecados dos semelhantes;
- adora-se a ídolos visíveis;
- torela-se que os adoradores sejam egocêntricos e egoístas;
- o relacionamento “religioso-comercial” é permitido e estimulado;
- as praticas religiosas são livremente regulamentadas;
- não se requer uma vida transformada;
- prática-se a transigência e a cooperação voltadas a um comportamento anti-ético;
- não se espera qualquer preocupação com os outros.
Na adoração a Deus:
- há benefícios de longo prazo;
- a gratificação pessoal é postergada;
- requer-se um elevado padrão moral;
- requer-se elevados padrões éticos;
- não se aprova os pecados dos semelhantes;
- adora-se ao Deus invisível;
- espera-se que os adoradores não sejam egocêntricos nem egoístas;
- o relacionamento “religioso-comercial” é proibido;
- as práticas religiosas estritas são mantidas;
- requer-se uma vida transformada;
- espera-se um comportamento ético;
- a preocupação com os outros é ensinada.
A tentação de seguir a falsos deuses em virtude de aparentes benefícios a curto prazo, bons sentimentos, “regras” fáceis, ou conveniência esteve sempre presente. Porém os supostos benefícios sempre foram enganosos porque os ídolos sempre foram falsos deuses. Adoramos a Deus porque Ele é o único Deus Verdadeiro.

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