sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

Esboço de sermão pastor Euzebio: Na Obra do Senhor, todos são iguais e necessários!


Na Obra do Senhor, todos são iguais e necessários!
Texto Bíblico: Deuteronômio 14:2
Querido ouvinte refletindo sobre alguns assuntos ministeriais me veio a cabeça uma Biografia de um dos maiores senão o maior jogador de Basquete de todos os tempos Michael Jordan. Ele desde pequeno já se destacava perante os outros garotos no esporte, em sua Biografia algo me chamou muito a atenção. Ele conta que era muito individualista, pegava a bola e não soltava mais, no início foi uma empolgação, pois ele entrou no time e começaram a ganhar, mais com o passar dos dias, os outros jogadores ficaram desmotivados, seus pais não queriam que Michael Jordan jogasse no time de seus filhos, pois eles não teriam oportunidade de jogar seriam apenas espectadores. Muitas vezes nem pegavam na bola. As portas foram se fechando para Michael Jordan, então o técnico passou a motiva-lo a jogar para o time e não ser o time, sozinho. Ele começou a distribuir as jogadas, dividir os lances com os companheiros envolvendo todos na partida. Michael Jordan continuou sendo a estrela do jogo! Mais agora todos se sentiam útil e sabiam que tinham participado da vitória ou derrota também. Michael Jordan adquiriu a capacidade de decidir jogos, envolvia todos os companheiros durante uma partida, defendia excepcionalmente bem, exercia uma grande liderança no seu grupo, dando o exemplo de dedicação e superação aos seus companheiros. Se trouxermos este exemplo para a igreja, veremos que falta líderes que tenham esta sensibilidade. Eles chamam o jogo para si e tornam o restante da igreja apenas espectadores, enquanto deveriam incentivar a todos participarem, demonstrando a importância de cada um. Igreja é um Corpo. Então fica aqui o grande desafio. Como tornar os cristãos cada vez mais integrados e envolvidos nos objetivos, alvos e vários ministérios da Igreja como Corpo de Cristo. Olhando para a história do povo de Israel nas páginas do Antigo Testamento, podemos claramente perceber que os líderes exerciam papel fundamental e decisivo na vida da Nação. Assim, podemos ver o declínio do povo e o total afastamento de Deus quando liderado por Jeorão, o rei que morreu sem deixar de si saudades. (II Cr 21:20). Mas, por outro lado podemos ver um líder como Josias, que "fez o que era reto aos olhos do Senhor" e levou todo o povo de volta para Deus e Sua Palavra. II Reis 22 e 23. É muito grande a responsabilidade daqueles que são chamados para "pastorear" o rebanho do Senhor, e somente na força e dependência dEle é que cada líder poderá desenvolver tão sublime missão. O MINISTÉRIO DE CADA CRISTÃO. Precisamos voltar ao modelo do Novo Testamento, vivido pela igreja do primeiro século, e também exposto por Paulo em I Co 12. Cada crente é um ministro e, por isso, devemos fugir do modelo "clerical", onde alguns são considerados "profissionais", enquanto que a maioria é platéia, assistência, ou apenas espectadores. Quando penso no envolvimento de todos na obra do ministério, me vem à mente o que aconteceu nos dias de Salomão e a intensa participação de todos na construção do templo. O Primeiro Livro dos Reis 5:15 nos informa sobre o envolvimento do povo nos mais diferentes serviços. Setenta mil levavam as cargas, oitenta mil cortavam pedras nas montanhas, três mil e trezentos davam as ordens, além daqueles que trabalhavam as madeiras e pedras trazidas das montanhas. Na obra do Senhor não há lugar para espectadores, não há arquibancada, não há torcida; apenas um imenso campo, onde todos precisam atuar. Na obra do Senhor não pode haver pessoas e funções privilegiadas, mas todos são iguais e todos são necessários, exatamente como importante é cada membro do nosso corpo. O modelo "clerical" acaba por criar um monstro imaginado por Paulo, quando disse: "Se todo o corpo fosse olho, onde estaria o ouvido?". Embora o olho seja um dos órgãos mais belos do corpo, você pode imaginar quão horrível seria todo o corpo sendo olho? Um olho imenso rolando pelas ruas! A figura bíblica da igreja como um corpo é indicação da importância de cada membro, sem que haja destaques especiais. Um texto do Velho Testamento que também vem reforçar este argumento é I Sm 30:24, onde Davi atribui igual valor tanto aos que foram à frente da batalha, como aos que ficaram com a bagagem. "Qual foi a parte dos que desceram à peleja, tal será a parte dos que ficaram com a bagagem".

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

Curiosidades Bíblicas: Anjos

Que tipos de anjos existem? Há uma hierarquia dos anjos?
Entre os anjos, a Bíblia diz que há arcanjos, querubins e serafins. Alguns anjos parecem ter funções distintas, mas a Bíblia não estabelece uma hierarquia exata dos anjos. Qualquer que seja sua organização, os anjos estão debaixo da autoridade de Deus. Anjos são seres espirituais que servem a Deus. Eles louvam a Deus e executam Suas ordens. Como “Deus não é Deus de desordem” (1 Coríntios 14:33), os anjos provavelmente estão organizados debaixo de algum tipo de hierarquia.
Tipos de anjos
Na Bíblia encontramos anjos que têm funções específicas. Por exemplo, Daniel 10:12-13 fala sobre dois anjos: Gabriel e Miguel. O anjo Gabriel tinha sido enviado ao profeta Daniel com uma mensagem de Deus. Quando ele teve de lutar contra um demônio (o “príncipe da Pérsia”), o arcanjo Miguel veio ajudá-lo. Pelas referências a esses dois anjos na Bíblia, podemos ver que a função principal de Gabriel é ser mensageiro, enquanto que Miguel é um arcanjo, que lidera anjos guerreiros.
Além da posição de arcanjo, a Bíblia também fala sobre querubins e serafins. Esses parecem ser dois tipos de anjos muito ligados à presença e glória de Deus. A Bíblia não é muito clara sobre a função dos querubins e serafins, além de ficarem na presença de Deus e declararem Sua glória.
Qual é a hierarquia dos anjos?
A Bíblia não fala muito sobre a hierarquia dos anjos. A única referência clara a uma hierarquia é Apocalipse 12:7, que mostra que o arcanjo Miguel tem outros anjos debaixo de seu comando. Esses parecem ser uma classe de anjos com a função principal de lutar contra os anjos caídos que seguem o diabo. Miguel também é descrito como o anjo da nação de Israel, em Daniel 10:20-21. É possível que alguns anjos tenham responsabilidade sobre certas regiões ou certos povos, tal como os demônios.
Além disso, não temos informação clara na Bíblia sobre como os anjos se organizam. Mas a hierarquia entre os anjos não é o mais importante. Qualquer que seja sua posição - transmitindo mensagens, lutando contra o inimigo ou servindo os crentes - os anjos são todos fieis a Deus e sempre O obedecem. Eles ajudam uns aos outros e trabalham em equipa. Os anjos são unidos.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

O que diz a Bíblia?

O que é o Cristianismo?
O Cristianismo é a religião centrada na vida e na pessoa de Jesus Cristo. Os principais ensinamentos do Cristianismo se encontram em seu livro sagrado: a Bíblia. Atualmente, o Cristianismo é a maior religião do mundo. As pessoas cuja religião é o Cristianismo se chamam de cristãos. Cristão significa “pertencente a Cristo”, porque o objetivo do cristão é se tornar mais como Jesus. O Cristianismo é mais do que uma religião ou uma tradição – é uma forma de viver e um relacionamento com Deus.
Em que os cristãos acreditam?
Dentro do Cristianismo, existem vários grupos separados, com crenças diferentes. No entanto, a maioria dos cristãos acredita em alguns ensinamentos fundamentais:

  • Existe um único Deus, todo-poderoso, perfeito e criador de todas as coisas
  • A Bíblia é a Palavra de Deus e a base de toda a fé cristã – 2 Timóteo 3:16-17
  • Deus criou a humanidade à Sua imagem, para dominar sobre a terra – Gênesis 1:27-28
  • As pessoas pecam (fazem coisas erradas e são imperfeitas)
  • Por causa do pecado, ficamos separados de Deus e debaixo de Sua justa condenação – Romanos 3:23
  • Apesar de sermos falhos, Deus nos ama e não fica feliz em nos castigar
  • Para nos salvar do pecado e suas consequências, Deus enviou Jesus à terra para levar o castigo em nosso lugar – João 3:16
  • Jesus é o Filho de Deus, que nasceu de uma virgem, pregou na terra durante alguns anos, depois morreu em uma cruz mas ressuscitou três dias depois – 1 Coríntios 15:3-5
  • Na cruz, Jesus pagou o preço por nossos pecados, nos salvando da condenação
  • Para ser salvo, você precisa se arrepender de seus pecados e crer em Jesus – Romanos 10:9-10
  • Todo cristão deve ser batizado – Atos dos Apóstolos 2:38
  • A Igreja é o conjunto de todos aqueles que realmente crêem em Jesus e são salvos
  • A vida cristã deve ser caracterizada pelo amor ao próximo e as boas obras, que Jesus nos ajuda a fazer
  • Depois que ressuscitou, Jesus subiu ao Céu, mas prometeu que um dia vai voltar para julgar a todos; nesse dia, os condenados sofrerão castigo eterno mas os salvos receberão a vida eterna – Apocalipse 22:12

A origem do Cristianismo
O Cristianismo surgiu com Cristo. Quando Jesus veio, ele cumpriu as profecias do Antigo Testamento sobre a vinda do Cristo, que significa “ungido”, o salvador. Essas profecias tinham sido dadas ao povo judeu e Jesus viveu como judeu. Mas Jesus foi mais que um judeu devoto – ele completou o Judaísmo. Durante cerca de três anos, Jesus pregou, fez milagres e treinou algumas pessoas para serem os futuros líderes da Igreja – os apóstolos. Depois que ele morreu e ressuscitou, os apóstolos e outros seguidores de Jesus continuaram a se reunir para orar, adorar a Deus e se encorajarem. Algumas semanas depois da ressurreição, o Espírito Santo desceu sobre os discípulos e eles começaram a pregar corajosamente o evangelho a outras pessoas (Atos dos Apóstolos 2:40-41). Esse dia marca o início oficial da Igreja e, por extensão, do Cristianismo. Os cristãos cedo se começaram a distinguir dos judeus, mostrando que não eram apenas um novo tipo de Judaísmo radical. Seu foco principal era Jesus, que dava uma visão nova sobre Deus e Suas leis. Com o tempo, judeus e cristãos se afastaram cada vez mais e o Cristianismo ficou reconhecido como uma religião diferente.
Símbolos do Cristianismo
O símbolo mais reconhecido da Cristianismo é a cruz. No tempo de Jesus, a cruz era um instrumento de tortura usado para matar criminosos de maneira lenta e dolorosa. Apesar de ser inocente, Jesus morreu em uma cruz para pagar o castigo de nossos pecados (1 Pedro 2:24). Por causa disso, de símbolo de sofrimento e maldição, a cruz transformou-se em símbolo de esperança!
Grupos cristãos diferentes adotam símbolos diferentes: a Bíblia, a pomba, o peixe, o cordeiro, o pastor... Mas nenhum desses símbolos é reconhecido tão universalmente como a cruz.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Esboço sermão pastor Euzebio: Diferença primeira e segunda vinda de Cristo.


Diferença primeira e segunda vinda de Cristo?
Texto Bíblico: João 3:16-17.
Esta passagem nos ensina que Deus ama tanto o mundo que ofereceu seu filho para morrer na cruz para que todo aquele que O recebesse também fosse feito filho de Deus e fosse salvo. A Bíblia se refere a Jesus como sendo o segundo Adão. Está em 1 Co 15:45-47: “Assim está também escrito: O primeiro homem, Adão, foi feito em alma vivente (uma personalidade individual); o último Adão (Cristo) em espírito vivificante [restaurando os mortos à vida]. Mas não é primeiro o espiritual, senão o natural; depois o espiritual. O primeiro homem, da terra, é terreno; o segundo homem, o Senhor, é do céu”. Estes versículos deixam claro que, mesmo após o pecado de Adão, Deus não desistiu da humanidade e enviou Jesus, seu filho, o segundo Adão, para que o ser humano ainda pudesse ter a opção de salvação e voltar para o domínio de Deus. Em sua primeira vinda, Jesus Cristo sofreu por todos nós, carregou sobre si os nossos pecados, as nossas transgressões. Isaías, cerca de 700 anos antes da primeira vinda de Jesus, profetizou que ele viria pela primeira vez, narrando assim qual era o propósito de sua vinda: "Era desprezado, e o mais rejeitado entre os homens, homem de dores, e experimentado nos trabalhos; e, como um de quem os homens escondiam o rosto, era desprezado, e não fizemos dele caso algum. Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades (doenças, fraquezas e aflições), e as nossas dores [de punição] levou sobre si; e nós [ignorantemente] o reputávamos por aflito, ferido de Deus [como se fosse leproso], e oprimido. Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniqüidades; o castigo [necessário] que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras (feridas) fomos sarados. Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo seu caminho; mas o Senhor fez cair sobre ele a iniqüidade de nós todos. Ele foi oprimido e [além disso] afligido, mas não abriu a sua boca; como um cordeiro foi levado ao matadouro, e como a ovelha muda perante os seus tosquiadores, assim ele não abriu a sua boca. " Is 53:3-7. Jesus veio pela primeira vez para sofrer em nosso lugar. Ele sofreu tudo por nós: zombaria, perseguições, agressões físicas, rejeição. E um detalhe importante: todos nós nascemos pecadores. Se fosse algum de nós que sofresse tudo isto, já seria uma barbaridade. Jesus é a Palavra de Deus em carne e osso (Jo 1:1) e portanto não possui pecado. E ele, sem ter pecado, sofreu tudo isto por nós. Mesmo assim, Jesus, por ser a Palavra de Deus encarnada, realizou todos aqueles milagres maravilhosos, ensinando a fé em Deus. Milagres que, em sua maioria, ninguém, antes de Jesus, jamais realizou. Jesus morreu na cruz para que todos nós, através de seu sangue vertido na cruz, pudéssemos ser feitos filhos de Deus também, tamanho o amor de Deus por todos nós. O livro de Apocalipse é o único que traz descrições físicas detalhadas de Jesus em seu corpo já glorificado: "E no meio dos sete castiçais um semelhante ao Filho do homem, vestido até aos pés de uma roupa comprida, e cingido pelos peitos com um cinto de ouro. E a sua cabeça e cabelos eram brancos como lã branca, [brancos] como a neve, e os seus olhos [reluziam] como chama de fogo; E os seus pés, semelhantes a latão reluzente, como se tivessem sido refinados numa fornalha, e a sua voz como a voz de muitas águas." Ap 1:13-15. Vejam que as características físicas de Jesus Cristo são agora bem diferentes de sua primeira vinda. Jesus já está em seu corpo glorificado. Se analisarmos a Palavra mais a fundo, veremos que estas características nos lembram diretamente do episódio da transfiguração de Jesus: "E seis dias depois Jesus tomou consigo a Pedro, a Tiago, e a João, e os levou sós, em particular, a um alto monte; e transfigurou-se diante deles; E as suas vestes tornaram-se resplandecentes, extremamente brancas como a neve, tais como nenhum lavadeiro sobre a terra os poderia branquear." Mc 9:2-3. Foi para isto que Jesus se transfigurou diante de Pedro, Tiago e João: para mostrar todo o seu poder, glória e autoridade sobre os céus e a terra (Mt 28:18). Se em sua primeira vinda, Jesus veio para ser humilhado, levar todos os nossos pecados sobre si e morrer por nós, em sua segunda vinda, Jesus virá como Rei dos reis e Senhor dos senhores (Ap 19:16).
Portanto, Jesus virá em poder e glória. Tanta será esta glória e tanto será este poder que Fl 2:9-11 afirma o seguinte: "Por isso [pelo fato Dele ter ido tão abaixo], também Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu um nome que é sobre todo o nome; Para que ao nome de Jesus se dobre [obrigatoriamente] todo o joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra, E toda a língua [francamente e abertamente] confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai". Percebam que, hoje, a autoridade do nome de Jesus é tamanha que até os demônios, referidos aqui como os "debaixo da terra" têm que dobrar os joelhos perante este nome. Esta é a dimensão da autoridade de Jesus em sua segunda vinda. Em seu Aparecimento Glorioso, Jesus prenderá Satanás por mil anos (Ap 20:2) e julgará a todas as nações: "E quando o Filho do homem vier em sua glória (Sua majestade e esplendor), e todos os santos anjos com ele, então se assentará no trono da sua glória; E todas as nações serão reunidas diante dele, e apartará [seu povo] uns dos outros, como o pastor aparta dos bodes as ovelhas; " Mt 25:31-32. A partir deste momento, o mundo jamais será o mesmo. Jesus inaugurará a era de paz que a humanidade sempre sonhou. Jesus governará este mundo por mil anos, vindo, depois disto, a eternidade. Amém

domingo, 17 de fevereiro de 2019

Receitas Abençoadas: Quibe de Berinjela.

Hoje vou dar uma receita que tem como ingrediente principal um alimento originário da Índia. É uma hortaliça muito versátil e por isso compõe diversos pratos da culinária internacional, tais como o ratatouille, da França, o moussaka, da Grécia, e o baba ganoush do Oriente Médio. A sua casca é roxa e seu formato ovalado, principalmente, porém podemos encontrar outros tipos, como a casca de cor rajada e formatado redondo. Estou falando da berinjela, um alimento que possui pouquíssimas calorias. Em 100 gramas encontramos apenas 26 calorias, você sabia? Ela contribui com a manutenção da saciedade, pois é rica em fibras. Também é fonte de antocianina, um poderoso antioxidante.

Ingredientes 
1 xícara (chá) de trigo para quibe 
2 berinjelas grandes 
1 cebola pequena picada 
1 dente de alho ralado ou bem picado 
1 pitada de pimenta síria 
1 pitada de canela 
1 colher (chá) de óleo Azeite e sal a gosto Cebolinha e hortelã picados a gosto 
Modo de preparo 
Hidrate o trigo em água por 1 hora. 
Lave as berinjelas e corte-as ao meio  no sentido do comprimento. 
Enquanto o trigo estiver hidratando, faça cortes superficiais quadriculados nas polpas das berinjelas e tempere com sal e pimenta. 
Leve para assar até que a polpa esteja macia, cerca de 40 minutos a 180 ºC. 
Retire-as do forno e raspe apenas a polpa com uma colher. 
Transfira para uma tigela. 
Retire toda a água do trigo até ficar bem seco e solto. 
Junte o trigo com a berinjela e tempere com os demais ingredientes. 
Disponha o quibe de berinjela numa travessa, regue com um fio de azeite e leve para assar por 30 minutos (a 180 ºC) ou até que a superfície esteja dourada.

sábado, 16 de fevereiro de 2019

PPA - Diferenças da primeira e segunda vinda de Cristo. (16/02/2019)

Mensagens: Jesus a Pedra escolhida por Deus.

“À medida que se aproximam dele, a pedra viva — rejeitada pelos homens, mas escolhida por Deus e preciosa para ele —” (1 Pedro 2.4).
Mesmo sendo rejeitado e humilhado pelos homens, Jesus foi o plano de Deus para a restauração da humanidade. Ainda que tenha sofrido tanta perseguição e violência, Ele permanece com o coração cheio de amor pela criação.
Em outras passagens Jesus é denominado pedra angular, “… (…) tendo Jesus Cristo como pedra angular” Efésios 2.20,.ou seja, Ele é a peça fundamental da obra de Deus. Sem o derramamento do Seu precioso sangue, jamais poderíamos herdar a eternidade.
Jesus não é como uma rocha qualquer, como a própria Palavra diz, é uma pedra que tem vida. Uma pedra preciosa e amada pelo nosso Pai. Quem O enxergar dessa forma, não será abalado.

:: Fonte: Renata Giori