sábado, 27 de maio de 2017

Livros que o BlogIEP indica: A Vida Crucifica - A. W. Tozer


Livro: A Vida Crucificada - A. W. Tozer
Durante toda sua vida, o renomado autor A.W. Tozer sempre foi convidado para seminários, conferências e igrejas para falar sobre a cruz e seu significado na vida cristã. Agora, com esta compilacão inédita, com os seus melhores ensinos a respeito do assunto, você obterá um conhecimento renovado da cruz e seu signifaicado na jornada cristã. Em sua carta aos gálatas, o apóstolo Paulo declarou que havia sido " crucificado com Cristo". Mas, o que realmente isso quer dizer? O livro, A Vida Crucificada, abrange detalhadamente essa questão, e responde com uma profunda base bíblica. Com esta leitura, com certeza, você encontrará um chamado para seguir Cristo atá a cruz, e ser ressucitado para uma vida nova e repleta de bençãos.

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Filmes Cristãos: Um Toque no coração

SINOPSE
O filme conta a história de um agente de esportes de uma grande cidade, Rob Decker. Um homem que aparenta já ter tudo que uma pessoa possa querer para ser feliz. No entanto, ao visitar uma cidade pequena em busca de um novo superstar de beisebol, Rob se depara com uma realidade muito diferente da sua. Dividido entre esses dois mundos, o agente de esportes terá a coragem de deixar a fé transformar sua vida? O filme, que teve o roteiro assinado por Thomas Webe, conta com a participação especial da banda Casting Crowns e Steven Curtis Chapman.
Você pode assistir pelo YouTube:
https://www.youtube.com/watch?v=Wv1Qqojb5BY

quinta-feira, 25 de maio de 2017

BlogIEP Entrevistas: Depressão tem cura?



O que é depressão? Como detectar? Cristãos tem depressão? Qual é o papel da igreja? 
Todas essas questões são tratadas na entrevista do Expositor Cristão, com a participação de Valquiria Leite Moraes, presidente do núcleo Pequeno Cidadão, e da Pastora metodista Andreia Fernandes, coordenadora Nacional de Escola Dominical. 
Confira a matéria completa e faça download da edição de abril do Jornal EC no site: www.expositorcristao.com.br 

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Noticias: Cristãos sudaneses comemoram o poder da oração

Amanheceu, era dia 11 de maio, mas Hassan não podia imaginar que aquele seria o dia em que ele e seu amigo estariam livres da prisão. Perseguidos no Sudão pela fé em Cristo, passaram por momentos difíceis, mas Deus mudou radicalmente as circunstâncias de uma hora para outra. Hassan estava em seu horário de visitas quando os guardas da prisão o chamaram para uma reunião, sem especificar o assunto. Assim que começou a conversa ele soube que o presidente Al Bashir havia liberado os dois, ele e Abdulmonem. Eles então juntaram rapidamente os pertences e, em menos de uma hora, já estavam do lado de fora e não eram mais prisioneiros. Ambos foram recebidos por várias pessoas que os aguardavam e que conheciam suas histórias. Awadia, a esposa de Hassan, recebeu a notícia por telefone e mal podia acreditar que o marido estava livre. Ela disse que precisava ver com os próprios olhos. A mãe de Hassan também ficou impactada com a chegada do filho. Mais tarde, Hassan disse aos colaboradores da Portas Abertas: "Deus é bom e eu sou grato a ele. Por favor, digam a todos aqueles que oraram por nós que estamos livres", disse durante uma ligação telefônica. Depois de 18 meses de grande batalha, da qual Petr Jasek também participou com muitas acusações e ofensas, agora eles estão novamente em casa. O chefe do comitê de missões da Igreja de Cristo no Sudão, Kuwa Shamal, que também esteve preso e envolvido no mesmo caso, foi absolvido das acusações em 2 de janeiro. Petr Jasek recebeu o perdão presidencial em 26 de fevereiro, por causa da boa relação entre o Sudão e a República Tcheca. "Estamos celebrando a libertação dos nossos irmãos, pelo poder da oração e agradecemos a todos os que oraram por eles", comentou um líder da igreja sudanesa que pediu anonimato. "Cristãos de todo o mundo devem comemorar essa vitória da Igreja Perseguida", disse um dos colaboradores da Portas Abertas. Enquanto isso, o governo continua restritivo ao cristianismo. Nesse mês, houve a demolição de mais uma igreja, na região de Soba, ao Sul de Cartum. Continue orando pelos cristãos perseguidos no Sudão.
Fonte: Portas Abertas

terça-feira, 23 de maio de 2017

Estudos: Sobre a Divindade de Jesus Cristo - Jesus é Deus part. 1/6

Estudo Sobre a Divindade de Jesus Cristo - Jesus é Deus
Introdução:
Como as profecias do VELHO Testamento e o ensino do NOVO Testamento demonstram que o Messias judaico é Deus. Se existe uma doutrina de grande importância no cristianismo, essa é a doutrina da natureza de Cristo - Sua divindade e humanidade.
É somente nesta axiomática doutrina que está edificada a fé cristã. As Escrituras cristãs, compostas por 66 livros do Velho e Novo Testamentos, enfatizam a necessidade de um Redentor para os homens que estão em pecado. Todos eles estão mortos, perdidos e sob a ira de Deus, à espera do julgamento final pelos seus pecados, a não ser que o Salvador os resgate. Esse Salvador não é apenas um bom mestre, um homem sábio, como alguns supõem. O Redentor da Bíblia cristã é o próprio Deus, que toma na carne a forma humana e morre pelos pecados do Seu povo. Ele é o único homem-Deus, uma Pessoa com duas naturezas não misturadas, mas unidas. Não existe religião alguma com a Divindade de um Redentor e a complexidade das duas naturezas do Messias. Sim, existiram muitas religiões de mistério na antiguidade, as quais, de um modo ou de outro, enfatizaram uma divindade ou um semideus, vindo para salvar os homens, ou ajudá-los de várias maneiras. Porém nenhuma delas enfatizou a divindade suprema de um Deus Todo-Poderoso, o qual tomou a forma humana, para salvar do horror de Sua própria ira alguns que estavam mortos em ofensas e pecados. Neste ponto, Jesus Cristo permanece exclusivo. Maomé, Krishna, Buda e outras figuras religiosas jamais fizeram as afirmações que Cristo fez. Eles jamais afirmaram ser Deus. Jesus Cristo foi o único homem que afirmou ser Deus e manteve essa afirmação, sempre e sempre. Neste estudo veremos que os escritores bíblicos afirmaram constantemente que o seu Salvador era Deus em carne. Maomé, Krishna, Buda e outras figuras religiosas, mantiveram todos a afirmação de serem mais iluminados do que os outros, ou divinamente tocados, mas nunca que eram Deus. Como poderiam fazê-lo? Como poderiam eles comprovar suas afirmações? Porventura eles podiam ressuscitar os mortos? Podiam transformar água em vinho? Podiam andar sobre o mar? Não! Somente Jesus Cristo e unicamente Cristo, afirmou ser Deus. O objetivo deste artigo é demonstrar o inegável testemunho bíblico ao fato histórico de que Jesus Cristo, o único Redentor dos homens, é Deus. Somente Ele fez essa afirmação e o registro bíblico torna isso constantemente conhecido.
Exemplos da Divindade do Messias no Velho Testamento
Começo usando algumas profecias do Velho Testamento, a fim de provar que o Messias vindouro era Divino. Ele não era especial de alguma maneira abstrata, mas o próprio Deus. O servo sofredor de Isaías 53 não é apenas um homem que morre na cruz. Esta seria uma morte sem significação alguma, pois muitos outros homens já haviam morrido crucificados, muito antes de Jesus Cristo vir à Terra. Em vez disso, as profecias do Velho Testamento confirmam enfaticamente e provam a divindade do Messias como Deus. Primeiro, numa nota preliminar, é importante salientar que o finito não pode conter o infinito. Seres humanos não compartilham dos atributos incomunicáveis de Deus, em hipótese alguma. Seres humanos não podem ser infinitos, eternos, imutáveis, etc. Eles são criaturas limitadas e não podem se tornar Deus, nem tomar os Seus atributos. Com o Messias, isso também é verdade. Contudo, Deus pode adicionar-se à natureza humana, sem misturar Sua divindade com a humanidade. Essa ligação é feita sem a mistura das duas naturezas. A natureza humana continua a ser humana e a natureza divina, sempre divina, embora numa só pessoa. O Filho de Deus possui duas naturezas. É uma Pessoa com duas naturezas. A completa união desta natureza é um mistério, mas essencial e necessário, conforme a Bíblia ensina. As Escrituras atestam este fato numa variedade de exemplos. Menciono aqui que Deus não pode compartilhar Sua divindade na natureza da humanidade do homem. Isto é importante, quando se consideram os versos referentes ao unigênito Filho do Pai e provas idênticas. Deus não pode criar outro Deus, nem um homem pode se tornar Deus. Dizer isso é deixar de pensar, penetrando no reino da fantasia. Não estamos falando de Zeus ou Hermes, figuras fantásticas criadas, os quais são homens com extraordinários poderes (como os nossos super-heróis de hoje). Em vez disso, estamos falando de um ser. Deus não pode compartilhar o Seu Ser com criatura alguma. Ele só pode compartilhar o Seu Ser dentro de Si mesmo. Veremos, então, que Jesus Cristo é Deus e que o Filho de Deus é o segundo membro na economia Divina, embora tendo uma natureza humana. O Filho é da mesma substância do Pai e do Espírito, igual e totalmente Deus. Contudo, o Filho tomou a natureza humana, como o homem Jesus Cristo. Aqui, Jesus continua dizendo que é Deus, Aquele que é o único e todo-poderoso. A Bíblia comprova que isto é verdade? Sim, ela o faz e de forma poderosa. No Velho Testamento existe uma porção de Escrituras que testificam que o Messias judeu que haveria de vir é Deus. Para os israelitas, o Messias profetizado seria o próprio Deus. Temos aqui algumas das mais memoráveis Escrituras que foram registradas. A primeira é Salmo 2:6-12, no qual acontece um diálogo entre Deus e o Seu Filho unigênito: "Eu, porém, ungi o meu Rei sobre o meu santo monte de Sião. Proclamarei o decreto: o SENHOR me disse: Tu és meu Filho, eu hoje te gerei. Pede-me, e eu te darei os gentios por herança, e os fins da terra por tua possessão. Tu os esmigalharás com uma vara de ferro; tu os despedaçarás como a um vaso de oleiro. Agora, pois, ó reis, sede prudentes; deixai-vos instruir, juízes da terra. Servi ao SENHOR com temor, e alegrai-vos com tremor. Beijai o Filho, para que se não ire, e pereçais no caminho, quando em breve se acender a sua ira; bem-aventurados todos aqueles que nele confiam."
Vemos aqui que o Senhor gera o Seu Filho. Esta é a eterna geração do Filho pelo Pai. Então, o Filho deve ser adorado, pois "beijar" significa "dobrar os joelhos diante". Se o Filho não for adorado, Ele ficará zangado e levará os homens a perecer em seus caminhos. O Filho fica irado, e o único meio de escapar é NELE confiar para o livramento. Como poderiam o Filho e o Senhor ter essas qualidades? A resposta é que o Senhor é o Filho, e o Filho é o Senhor, pois nenhum mero homem seria profetizado dessa maneira. Somente Deus pode acender Sua ira por causa da falta de adoração ao Seu Divino Ser. O Salmo 110:1 também atesta o diálogo entre Deus e Deus. Davi escreve: "Disse o SENHOR ao meu Senhor: Assenta-te à minha mão direita, até que ponha os teus inimigos por escabelo dos teus pés." Jesus usa isso lindamente contra os fariseus, quando indaga como poderia o Messias ser o Senhor de Davi e o seu filho ao mesmo tempo? A palavra aqui deve ser observada. A tradução literal diz: "Yahweh disse ao meu Adonai." O termo "Yahweh" corresponde ao nome de Deus, literalmente declarando "Eu Sou". Sempre que a designação Yahweh é usada na Bíblia em todo o Velho Testamento, ela se refere ao "Grande Eu Sou". O título "Adonai" é usado para designar a suprema posição de Deus como "Senhor". Então, Yahweh está falando para Adonai. Vemos aqui Deus falando para Deus. O escritor de Hebreus usa este Salmo diversas vezes para designar o ofício do Messias como o Sumo Sacerdote da ordem de Melquisedeque. Esta promessa, ou pacto, feito por Deus para Deus como o Messias é terrivelmente destrutiva para os que não crêem na Trindade. Aqui, o Messias é, pelo pacto, destinado à função Messiânica, como o Sumo Sacerdote de uma melhor aliança. Aqui, Deus fala com Deus. Vemos o eterno conselho em ação; filho de Davi e, contudo, o Senhor de Davi. Daniel 7:13 é também um verso muito importante, e um dos meus favoritos. Nesse verso encontramos o título "Filho do Homem", não como um título de humanidade, mas de deidade: "Eu estava olhando nas minhas visões da noite, e eis que vinha nas nuvens do céu um como o filho do homem; e dirigiu-se ao ancião de dias, e o fizeram chegar até ele." Duas figuras são apresentadas nesta visão, uma do Ancião de Dias e uma do Filho do Homem, que vinha nas nuvens do céu, ou a glória shekiná do céu. Quem quer que seja o Filho do Homem, Ele é Divino. De fato, Ele é tão brilhante em Sua glória, que brilha em Si mesmo como as nuvens do céu. Compactas nuvens de glória de brilho divino ilustram ante o Ancião de Dias, quando o Filho do Homem entra na Corte Divina e os livros do julgamento são abertos. Como veremos, a designação favorita de Jesus a Si Mesmo é este título: Filho do Homem. Ele certamente sabe que é o divino Filho do Homem, que compartilha a glória de Deus. De fato, Ele resplandece com o brilho da glória de Deus. Em Miquéias 5:2 encontramos a profecia do local de nascimento do Messias. Mas ela não apenas marca o local do nascimento da humanidade de Cristo, como também marca a dupla natureza de que Aquele que vai nascer é eterno: "E tu, Belém Efrata, posto que pequena entre os milhares de Judá, de ti me sairá o que governará em Israel, e cujas saídas são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade." Os dias do Messias são de 'eternidade'. Ao Messias são atribuídos incomunicáveis atributos divinos - como a eternidade ou a natureza do que é eterno. Somente Deus é eterno e, contudo, vemos que o Messias é considerado Eterno.  Zacarias 13:7 também designa o Messias com o título divino de Deus Todo-Poderoso. Quando Cristo estava no jardim com Seus discípulos e foi preso, cumpriu-se a profecia de que o pastor seria ferido e as ovelhas se dispersariam: "Ó espada, desperta-te contra o meu pastor, e contra o homem que é o meu companheiro, diz o SENHOR dos Exércitos. Fere ao pastor, e espalhar-se-ão as ovelhas; mas volverei a minha mão sobre os pequenos." A chave aqui é "volverei a minha mão sobre os pequenos". O Senhor está falando de Si mesmo. Ele é o pastor que vai estender Sua mão sobre os pequenos [irmãos judeus] e os juntará para trazê-los de volta. Ele é o Messias e também o Senhor. Uma das profecias mais específicas referindo-se ao Messias é Isaías 9:6. Vamos ler o bem conhecido verso da natividade, referindo-se ao advento do Messias como um menino nascido e, em seguida, a designação que Lhe é dada: "Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz." Aqui, o Messias é chamado de Maravilhoso! Por quê? Uma resposta pode ser encontrada em Juízes 13, onde encontramos a narrativa do nascimento de Sansão. Os pais de sansão, Manoá e sua mulher, encontram-se com o Anjo do Senhor. Após longa conversa sobre o nascimento de Sansão, Manoá pergunta o nome do anjo. A resposta se encontra em Juízes 13:18: "E o anjo do SENHOR lhe disse: Por que perguntas assim pelo meu nome, visto que é maravilhoso?" O nome do anjo é Maravilhoso! Em geral, os anjos têm nomes como Gabriel ou Miguel. Contudo, esse anjo tem um nome maravilhoso demais para mencionar. Após a partida do anjo, Manoá faz uma importante declaração, conforme Juízes 13:22: "E disse Manoá à sua mulher: Certamente morreremos, porquanto temos visto a Deus." O anjo do Senhor, cujo nome é Maravilhoso, é Deus. Isso nos esclarece, quando consideramos Isaías 9:6. O Messias é Deus e o Seu Nome é Maravilhoso. Contudo, a profecia de Isaías não pára aqui. O Messias não apenas é chamado Maravilhoso, como Deus, mas também é chamado Deus Poderoso. Se essa designação não for bastante explícita, a profecia também O chama de Pai da Eternidade. O Messias não é apenas o Redentor terreno, mas o Deus Poderoso, Pai da Eternidade. Pai da Eternidade é a designação que Cristo dá a Deus, nos evangelhos. O Messias é chamado Deus nesse verso profético de Isaías, por três vezes: uma vez, sutilmente, como Maravilhoso. Uma vez, explicitamente, como Deus Poderoso e uma vez como o Pai da Eternidade. Portanto, o Messias é Deus! Junto com Isaías 9:6, como uma amada profecia referente ao advento, vem a profecia do Emanuel, de Isaías 7:14: "Portanto o mesmo Senhor vos dará um sinal: Eis que a virgem conceberá, e dará à luz um filho, e chamará o seu nome Emanuel." Mateus interpreta o nome Emanuel corretamente, em Mateus 1:23, como sendo 'Deus conosco'. A profecia referente à narrativa do nascimento de Cristo, conforme designada e interpretada por Mateus, um meticuloso contabilista e coletor de impostos, diz que Cristo é Deus. Sim, o Cristo nascido de uma virgem é Deus!
Outra profecia referente a Cristo é Jeremias 23:5-6: "Eis que vêm dias, diz o SENHOR, em que levantarei a Davi um Renovo justo; e, sendo rei, reinará e agirá sabiamente, e praticará o juízo e a justiça na terra. Nos seus dias Judá será salvo, e Israel habitará seguro; e este será o seu nome, com o qual Deus o chamará: O SENHOR JUSTIÇA NOSSA. O descendente levantado a Davi será um Renovo justo. O Messias virá da linhagem de Davi e será exaltado como Deus. Ele também será chamado "O Senhor, Justiça Nossa." Essa designação é dada exclusiva e literalmente a Deus, como "Yahweh Tsidkenu". O Messias não somente é exaltado como Deus, mas também é chamado "O Senhor Justiça Nossa". O Messias é Yahweh. O Messias é Deus!
A última profecia que gostaríamos de examinar rapidamente é Malaquias 3:1: "EIS que eu envio o meu mensageiro, que preparará o caminho diante de mim; e de repente virá ao seu templo o Senhor, a quem vós buscais; e o mensageiro da aliança, a quem vós desejais, eis que ele vem, diz o SENHOR dos Exércitos." Vemos aqui que o Messias é identificado como "O Senhor", o qual virá ao Seu templo. Ele é o Mensageiro da Aliança e o Servo eleito em quem Deus se compraz. Mas Ele é o próprio Deus. Marcos 1:2 confirma esse verso de Malaquias, quando atesta a vinda de João Batista: "Como está escrito nos profetas: Eis que eu envio o meu anjo ante a tua face, o qual preparará o teu caminho diante de ti." O mensageiro vem e, em seguida, vem o Senhor. Lucas também diz isso, em Lucas 1:76: "E tu, ó menino, serás chamado profeta do Altíssimo, porque hás de ir ante a face do Senhor, a preparar os seus caminhos." Lucas registra que João Batista será o profeta que preparará o caminho do Altíssimo, o Senhor que virá ao Seu templo. O Messias é o Altíssimo Deus.
Estas profecias são apenas uma seção de cruzamento entre aqueles que falam do Messias como sendo divino. Mas cada um deles credita o Messias como Deus. O Messias, ou o Cristo, que virá é o Senhor Deus do céu e da terra. As projeções das Escrituras do Velho Testamento respaldam este assunto. Isso é inegável, visto como o Novo Testamento confirma as projeções do Velho Testamento como o fato histórico na vida de Jesus Cristo.
Autor: Dr. C. Matthew McMahon
Fonte: http://solascriptura-tt.org/


segunda-feira, 22 de maio de 2017

Esboço de sermão pastor Euzebio: Assim como foi nos dias de Noé

“Assim como foi nos dias de Noé!”
Texto Bíblico: Mateus 24:37-39
Introdução: Alguém já disse, e com razão, que Noé foi o maior evangelista de todos os tempos, porque, embora, ninguém creu em sua pregação, levou para a arca da salvação toda a sua família. Todos foram salvos e sobreviveram ao dilúvio. O exemplo de Noé deve nos motivar a lutar por nossa família.
NOS TEMPOS DE NOÉ: o homem havia se tornado sobremodo mau, corrompido e violento. Será que Jesus equivocou-se a comparar os “últimos dias” com os dias de Noé?  NÃO, Jesus não se equivocou. Com os olhos num passado longíquo e ainda num futuro distante, Jesus pôde perceber gravíssimas semelhanças. Seria exagero afirmar que hoje, como naqueles tempos, o desígnio do coração do homem tende sempre para o mal? Diariamente nos deparamos com notícias as mais absurdas, envolvendo o aspecto da violência, que tem atingido níveis jamais imaginados. As notícias de corrupção e roubo tomam conta das páginas de nossos jornais e espaço dos telejornais; desvio de dinheiro público, falsificações, suborno, mentiras, tudo em nome de um enriquecimento fácil e rápido e à custa de muitas vidas. Então, creio que você concorda que vivemos igual aos dias de Noé! Sendo assim, é importante termos as atitudes de Noé, para sermos salvos.
TER FÉ: Sabemos que Noé foi um homem de fé. Ele deu crédito à Palavra do Senhor quando lhe disse que enviaria sobre a Terra um diluvio. Porém, isso significou para Noé dolorosas e profundas escolhas. Em primeiro lugar, o chamado implicava em colocar-se radicalmente contra todo e qualquer projeto pessoal que ele tivesse idealizado para sua vida. Noé era casado e tinha três filhos. Sem dúvidas, como todo ser humano, havia traçado planos para ele e para sua família. Porém, em determinado momento, ele recebe a voz de Deus avisando que a terra seria destruída e que ele havia sido escolhido para que o Criador estabelecesse uma nova aliança com o intuito de preservar a própria continuidade da existência humana (Gn 6:12-18). Não sabemos qual foi a reação de sua família num primeiro momento, mas, levando em consideração o que comumente ocorre nesses casos, a primeira reação é de descrédito. Como disse nosso amado Mestre Jesus: "Não há profeta sem honra, a não ser na sua pátria e na sua casa" (Mt 13:57). Graças a Deus, a família de Noé também creu. Logo depois, Noé depara-se com outro grande desafio, que é a construção de uma a arca, para os olhos de todos, não teria serventia alguma. Noé, assim como todos os outros homens de fé apontados na Bíblia, não era um super-herói. Era um homem como qualquer um de nós, sujeito às mesmas carências e fraquezas. Durante seu longo e penoso trabalho de construção da Arca, cremos que ele teve momentos de íntimos conflitos. Porém, sua fé no Altíssimo falou mais alto e ele foi até o fim, cumprindo fielmente o que Deus lhe havia comissionado.
FIRME E CONSTANTE NA OBRA DO SENHOR: Em Mateus 24:37-39, percebemos que a rotina social, os valores gerados pelo sistema e o amor ao estabelecido por este mundo fizeram com que a sociedade dos dias de Noé não percebesse a verdade pregada por ele. Não creram nem mesmo quando essa verdade alcançou as dimensões de uma embarcação que tinha o tamanho de dois terços de um campo de futebol e uma altura de mais de quinze metros! O amor a esse mundo e seus padrões e atrativos falaram mais alto àqueles corações, mais alto do que a própria altura da Arca. Se formos aos dias atuais, veremos o mesmo quadro. Veremos essa mesma atitude, não somente entre ateus ou pessoas que não creem na veracidade da Bíblia, mas até mesmo por parte de alguns que dizem crer no que nela está escrito. Para muitos, o ato de abrir mão desse sistema, do "comer", "beber", "casar" e "dar-se em casamento", será muito pesaroso e o amor a tais valores falará mais alto do que a fé na Palavra de Deus. O apego a este mundo e às suas rotinas e valores é uma força muito grande, pois está diretamente relacionado às vaidades do coração. Em termos gerais, o sentimento desta geração é o mesmo que havia na geração de Noé.
CONFIAR EM DEUS: O Senhor Jesus descreve o total descaso, zombaria e descrédito dado a Noé por aquela sociedade. Isso nos lembra muito a atitude que muitos estão tendo nos dias atuais. Nem sequer o pragmatismo ou instinto de sobrevivência os fazem acordar para o cumprimento das profecias e para se precaverem do caos que está por vir. Fica claro, através das preciosas revelações do Senhor, que no dia em que Noé entrou na Arca ninguém percebeu! Que imensa prova de fé! Mesmo em meio ao completo descaso daquela sociedade para o seu trabalho e a sua mensagem, ele deu o último passo e entrou na Arca juntamente com a sua família. Cremos que esse passo não foi dado sem que antes Noé, pensando com o seu próprio raciocínio humano, não tivesse passado por momentos de dúvidas. Será que isso vai acontecer mesmo? Será que tantos anos de duro trabalho construindo essa embarcação valem a pena? Talvez ele olhasse para o céu, esperando ver cair um mísero pingo d'água sobre sua cabeça... Provavelmente esperasse encontrar um amigo ou amigos que compartilhassem sua mesma fé... Mas nada... O céu continuava limpo como sempre tivera sido desde a criação. Ele continuava sozinho, contando com apenas sua pequena família, contra tudo e todos. Porém, Noé decidiu crer na Palavra do Senhor, fechou seus ouvidos para as insinuações de sua própria natureza humana ou para as ideias e padrões da sociedade que o cercava. Ele entrou na arca e quando aquela porta foi fechada, ele deu seu último e decisivo passo de fé. Ele confiou na Palavra do Senhor e foi salvo!
UMA LIÇÃO PARA NOSSOS DIAS: Também temos um chamado para os nossos dias. Se uma aliança foi feita com Noé (Gn 6:18), uma mais preciosa foi feita conosco, selada com o próprio sangue do Filho (Lc 22:20). Se pregos feriram a madeira na construção da Arca, na Nova Aliança, pregos feriram a própria carne do unigênito Filho De Deus. Ele é a nossa Arca. Uma Arca sem limites espaciais e que comporta em seu interior todos aqueles que creem.
Conclusão: Nosso chamado, nesta geração, é semelhante ao de Noé. Vivemos em meio a uma geração corrupta, violenta e que, na maior parte das vezes, apenas se inclina para o mal. Nosso chamado é para anunciar o Evangelho, que é amor, salvação e também justiça. O paralelo feito pelo Senhor Jesus entre as duas épocas é mais abrangente do que podemos pensar. As duas épocas são muito parecidas. Se Noé, sabendo o que viria sobre a terra, construiu um meio de proteção para o colapso que se aproximava, nós também devemos fazê-lo. Nossa proteção está em Cristo. Ele estará conosco até nos momentos mais difíceis que virão, os quais serão muito mais catastróficos em intensidade do que o próprio Dilúvio. Se o propósito do aviso de Deus foi salvaguardar a integridade física de Noé e família, perpetuando assim, de forma amorosa, a raça humana que Ele havia criado, nossa salvação em Cristo assume conotações eternas. Nele somos salvos da ira do Altíssimo e do salário do pecado, que é a morte eterna. Amém

domingo, 21 de maio de 2017

O que diz a Bíblia?

Antes de voltar para o céu, que missão Jesus confiou aos Seus seguidores?
R: Pregar o evangelho (boas noticias da salvação por meio de Jesus) a todas as pessoas. Mateus 28:18-20; Marcos 16:15.
Por que Deus quer que o evangelho seja ensinado?
R: Porque Ele quer preparar um povo para morar com Ele. 2 Timóteo 3:17; Atos 15:14
Como Deus considera o caminho daqueles que anunciam o evangelho?
R: Formoso! Isaías 52:7