segunda-feira, 4 de novembro de 2013

A vida de Jesus: Médico dos médicos

O átrio estava repleto de enfermos que eram trazidos a Jesus para serem curados. Alguns já estavam morrendo. Essas pessoas aflitas sentiam sua enorme necessidade. Olhavam suplicantes para Jesus, temendo encontrar o mesmo olhar severo que havia expulsando do templo os mercadores, mas o que encontraram em Sua face foi somente ternura e compaixão. Jesus recebeu os doentes, gentilmente e ao toque de Suas mãos a doença e o sofrimento desapareciam. Ternamente acolhia as criancinhas em Seus braços, acalmando seu choro irritado e tirando de seus pequenos corpos a dor e a doença. Eram devolvidas às suas mães risonhas e curadas. Que quadro diferente encontraram os principais e sacerdotes ao voltar cautelosamente para o templo! Homens, mulheres e crianças erguiam a voz em louvor a Deus. Viram os doentes curados, os cegos com a visão restauradas, surdos ouvindo e os coxos saltando de alegria. As crianças tomavam a frente nas expressões de louvor. Repetindo os cânticos do dia anterior acenavam os ramos de palmeira em homenagem a Jesus. O templo repercutia as fortes exclamações:
"Hosana ao Filho de Davi! Bendito O que vem em nome do Senhor!" Mateus 21:9.
"Eis aí te vem o teu Rei, justo e salvador" Zacarias 9:9.
Os líderes tentavam silenciar os gritos de alegria das crianças, mas elas não podiam se calar pois todos estavam possuídos de uma incontida felicidade pelas maravilhosas obras que Jesus realizara entre eles.
Dirigiram-se então a Jesus, na esperança de que Ele ordenasse silêncio:
"Ouves o que estes estão dizendo? Respondeu-lhes Jesus: Sim, nunca lestes: Da boca de pequeninos e crianças de peito tiraste perfeito louvor?" Mateus 21:16.
Os orgulhosos líderes do povo recusaram o abençoado privilégio de anunciar o nascimento de Cristo e de promover Sua obra na Terra. Mas o Seu louvor devia ser proclamado e Deus escolheu as crianças para fazê-lo. Se a voz dos pequeninos tivesse silenciado, as próprias colunas do templo clamariam. amém

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