Nesse artigo iremos falar sobre a história de Jesus respondendo perguntas básicas sobre sua vida.
1. Onde Jesus morava quando criança e quando adulto? E com quem?
Nasceu em Belém (Mt 2:1) e morou quando criança com os pais no Egito (Mt 2:13-15). Depois foi para Nazaré (Mt 2:19-23; Lc4:16). Quando adulto morou em Cafarnaum (Mt 4:13; Mc 2:1).
2. Quem sustentava Jesus quando adulto?
As mulheres convertidas que o serviam com seus bens (Lc 8:1-3).
3. Como, onde e com quem Jesus se alimentava?
Geralmente com os discípulos e com quem o convidasse. Em sua própria casa (Mt 9:10,11) com publicanos e pecadores. Com os discípulos (Lc 22:8-13) por ocasião da Páscoa. Na casa de Zaqueu, onde Ele mesmo se convidou (Lc 19:5,6), na casa de Marta, Maria e Lázaro (Lc 10:38). Na casa de Levi que lhe ofereceu um grande banquete (Lc 5:27-29). Na casa de Simão, o fariseu (Lc 7:36). Por muitas ocasiões Jesus mal conseguia comer por causa da multidão que sempre solicitava alguma coisa (Mc 3:20; 6:31-32).
4. Como Jesus tratava seus pais e como era visto pelas pessoas?
Era submisso a eles e todos gostavam dele e o admiravam. (Lc 2:40,47-52)
5. O que Jesus teve que fazer para começar seu ministério e que idade tinha?
Antes de começar seu ministério, Jesus se batizou nas águas e no Espírito Santo e jejuou 40 dias (Lc 3:21-23; 4:1,2; Mt 3:13; 4:1,2). Sua idade quando começou era de mais ou menos 30 anos (Lc 3:23).
6. Como Ele tratava as pessoas em geral?
Sempre as recebia, compadecendo-se delas; ensinava, confortava e curava. Elogiava as pessoas que tinham fé Nele (Lc 7:9,13,210. Perdoava seus pecados (Lc 7:44-50). Dava atenção aos excluídos (obs: mulheres e samaritanos eram excluídos pelos judeus) (Jo 4:7-9). Respondia com sabedoria e autoridade aos que o contradiziam (Jo 5:39-47).
7. Como Ele tratava as crianças?
Jesus as tratava bem, pegava no colo e as abençoava, mostrando a importância que tinham no Reino de Deus (Mc 10:13-16).
8. Como Ele tratava os discípulos?
Como um pai e amigo (Jo 15:15). Dava palavras de ânimo (Lc 5:8-10; Mc 6:50,51; Jo 14:1,27). Ensinava coisas a eles que não dizia à multidão (Lc 6:20; Mt 5:1,2; 11:1; 4:10-12). Às vezes, Jesus revelava-lhes coisas sobre Si mesmo que não dizia a mais ninguém (Mt 17:1,9). Se preocupava com a saúde deles e procurava estar com eles a sós (Mc 3:7-9; 6:30-32,45; Mt 8:18). Repartia com eles sua preocupação pelas outras pessoas (Mt 15:32).
9. Quem era a família de Jesus?
Sua mãe Maria, 4 irmãos e várias irmãs (Mt 13:55,56; Mc 6:3). José, o pai adotivo (Lc 3:23). Isabel, parenta de Maria, portanto também parente de Jesus, mas a Bíblia não diz qual o grau de parentesco.
Salomé, irmã de Maria, mãe de Jesus, mulher de Zebedeu, foram tios de Jesus (Jo 19:25; Mt 27:56; Mc 15:40) sendo então que os filhos deste casal (Tiago e João) eram primos de Jesus (Mc 3:17). Os mesmos que eram seus discípulos.
10. A família de Jesus cria no que Ele pregava?
A sua mãe, sim (Jo 2:1-5). Os demais, no início não creram (Jo 7:3-5; Mc 3:20,21).
11. Jesus trabalhava antes de começar seu ministério?
Sim, como carpinteiro. Conforme o costume daquele tempo, os pais ensinavam sua profissão aos filhos. Então Jesus exercia o mesmo ofício de José, seu pai adotivo, por mais ou menos 18 anos (dos 13, quando o menino era considerado adulto, até os 30 anos). (Mc 6:3).
12. Como Ele agia quando realizava os milagres?
Era discreto e pedia às pessoas que não contassem o que Ele tinha feito (Mt 8:3,4; 9:27).Jesus não procurava “aparecer” nem chamar a atenção por 2 motivos: para se cumprir a Escritura a respeito Dele (Mt 12:15-21) e para que o povo não o impedisse de ir a todos os lugares onde tinha que proclamar o Evangelho (Lc 4:42,43).
13. Como as pessoas reagiam diante dos milagres Dele?
Alguns glorificavam a Deus. Ex.: o cego de Jericó (Lc 18:41-43). Outros se mostravam ingratos. Ex.: os 10 leprosos (Lc 17:12-18). Outros não acreditavam que fosse um milagre. Ex.: os fariseus quando Jesus curou o cego de nascença (Jo 9:1-3,6,7,15,16, 18,24-28). Outros o serviam (Mt 8:14,15). Ficavam admirados e maravilhados (Lc 4:36; Mt 8:26,27; Lc 4:32). Procuravam tocá-lo (Lc 6:19). Ficavam atônitos, desnorteados (Lc 5:26). Outros ficavam com medo e dominados de terror (Lc 8:35-37). Ficavam enfurecidos (Lc 6:7-11). Os principais sacerdotes e fariseus queriam matá-lo (Jo 11:47,48,53). Os sacerdotes queriam matar até Lázaro a quem Jesus tinha ressuscitado (Jo 12:10,11).
14. Quem eram os amigos e os inimigos de Jesus?
Amigos: os discípulos (Jo 15:15); Maria, Marta e Lázaro (Jo 11:1-5). Jesus tinha 3 amigos mais chegados que eram Pedro, Tiago e João (Mt 17:1-9; Mc 5:37; 14:33,34; Mt 20:20-24). Eles eram bem ousados com Jesus (em termos de intimidade no relacionamento) (Mc 10:35-41; Mt 14:25-32).
Inimigos: os judeus religiosos (Jo 5:15-18; 7:1). Os principais líderes religiosos, sacerdotes e escribas (Lc 19:47).
15. Jesus se irritava com alguém? Por que?
Com os escribas e fariseus porque eram hipócritas, aqueles que conheciam a lei de Deus, mas não a praticavam e criticavam os outros (Mt 23:13,29-33). Com os vendedores no Templo porque estavam explorando o povo que ira adorar a Deus com seus sacrifícios. Os sacerdotes não aceitavam os animais que o povo trazia para sacrificar e mandavam que comprassem com os vendedores dali, que cobravam muito mais. Também o povo era obrigado a trocar o dinheiro que trazia como oferta por outra moeda e também eram explorados nisso. Jesus se irritou profundamente com isso. Jesus fez um chicote de cordas e saiu atrás dos vendedores e cambistas, expulsando homens e animais, virando mesas e derramando o dinheiro dos cambistas pelo chão (Mc 11:15-18; Jo 2:14-16).
16. Jesus mostrava suas emoções? Quando?
Comoveu-se e chorou vendo o sofrimento de Maria e dos judeus quando Lázaro morreu (Jo 11:33-38). Condoeu-se com o homem da mão ressequida e indignou-se com os fariseus por causa de seus corações endurecidos (Mc 3:1-5). Teve compaixão das multidões que o seguiam (Mt 9:36). Sentiu pavor, angústia e profunda tristeza quando estava prestes a ser preso (Mc 14:33-35). Ficou decepcionado com Pedro por dormir na hora em que Jesus precisava dele (Mc 14:37,41). Se compadeceu de uma viúva durante o enterro do filho dela. (Lc 7:12,13). Chorou por causa da incredulidade de Jerusalém (Lc 19:41-44). Se compadeceu profundamente com um leproso (Mc 1:40,41). Admirou-se da incredulidade dos nazarenos e da fé de um centurião (chefe de cem soldados) (Mt 6:1-6; 8:10). Teve compaixão da multidão que estava com Ele (Mc 8:1-3). Exultou, isto é, encheu-se de muita alegria (Lc 10:21-24).
17. Onde Jesus costumava ensinar?
Por toda parte (At 10:38). No templo (Lc 20:1). Nas cidades (Mt 11:1; Lc 8:1). Nas sinagogas (Mt 4:23). Na terra da Judéia (Jo 3:22; 4:1,2). No monte (Mt 5:1). No barco (Lc 5:3). À beira-mar (Mt 4:1).
18. Como Jesus agia em relação a expulsão de demônios?
Ele não deixava que os demônios falassem (Lc 4:33-35,41; Mc 3:11,12).
Curiosidades:
Por causa da multidão que queria tocá-lo, Jesus pediu aos discípulos que sempre tivessem pronto um barquinho para não ser comprimido (Mc 3:9,10). A pecadora que ungiu os pés de Jesus, lavou-os com suas lágrimas e enxugou com seus cabelos não era Maria Madalena. Era Maria, irmã de Lázaro. Ela fez isso duas vezes. Em Betânia, na casa de Simão, depois da ressurreição de Lázaro (Lc 7:36-50; Mc 14:3-6; Jo 11:1,2). Nas duas vezes foi criticada por seu gesto (Jo 12:18; Mt 26:6-13). Sobre Maria Madalena, a Bíblia traz informações de que dela foram expulsos 7 demônios (Lc 8:2). Foi a primeira pessoa que viu Jesus ressuscitado (Mc 16:9-11; Jo 20:1-18). Foi uma das Marias que estavam no sepultamento de Jesus (Mt 27:60,61; Mc 15:46,47; 16:1-9) e que foi ao túmulo para embalsamá-lo. Também foi a primeira a contar aos discípulos sobre a ressurreição de Jesus (Jo 20:18; Mc 16:9-11).
Fonte: Mauro Fraga
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domingo, 16 de setembro de 2018
sexta-feira, 1 de setembro de 2017
A Vida de Jesus: É tão real quanto a nossa!
A Vida de Jesus
Muitas coisas nos deixam boquiabertos. Coisas boas, coisas ruins. Mas nada se compara a vida de Jesus. É simplesmente a história mais fantástica de todos os tempos, vale salientar que é cheia de evidências históricas e científicas, que fundamentam sua realidade.
A Vida de Jesus é Tão Real Quanto a Nossa
A vida de Jesus não é um conto. Uma metáfora. Também não é uma vírgula no contexto geral da História. A vida de Jesus simplesmente divide a História em o que houve antes dele e no que acontece depois dele. Existem mais de 10 mil religiões no mundo. Em todas elas o homem oferece algo a divindade. A vida de Jesus nos revela a essência do verdadeiro Deus. Em Jesus, Deus se tornou homem. Viveu a nossa vida. Conheceu nossa realidade. Nossas dificuldades. Aprendeu! Dá para imaginar!
A Vida de Jesus Foi Cheia de Dificuldades
“Durante os seus dias de vida na terra, Jesus ofereceu orações e súplicas, em alta voz e com lágrimas, àquele que o podia salvar da morte, sendo ouvido por causa da sua reverente submissão. Embora sendo Filho, ele aprendeu a obedecer por meio daquilo que sofreu; e, uma vez aperfeiçoado, tornou-se a fonte de eterna salvação para todos os que lhe obedecem, sendo designado por Deus sumo sacerdote, segundo a ordem de Melquisedeque. (Hebreus 5:7-10).
A vida de Jesus nos ensina que o sofrimento faz parte do aprendizado, conhecemos mais a Deus por meio dele. É possível imaginar que quando criança Jesus sentiu vontade de ficar em casa e não ir à escola em dia de chuva. Não quis ir trabalhar na segunda-feira; “pois não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas, mas sim alguém que, como nós, passou por todo tipo de tentação, porém, sem pecado.” (Hebreus 4:15). Jesus conhece sua dor.
A vida de Jesus nos mostra que não é privilégio nosso ser traído, vendido, caluniado, por quem amamos. Judas lhe vendeu por trinta moedas e carimbou a nota com um beijo na face.
A Vida de Jesus É Uma Grande Lição de Amor
A vida de Jesus nos conta uma história de amor que nem Shakespeare em seus dias mais inspirados conseguia esboçar…
“Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna.” (João 3.16).
É uma expressão de amor que não pode ser quantificada: “Porque Deus tanto amou…”. Ele amou e continua amando. Embora vivesse à sombra da cruz, Jesus não permitiu que sua alma ‘azedasse”, Ele não foi uma pessoa estúpida. Pelo contrário, “cheio de graça e verdade” (João 1.14)
A minha oração é que a vida de Jesus se torne tão grande em você que possa mudar seu modo de viver sua vida.
Não permita que as dificuldades da vida destruam sua motivação. Continue lutando, insistindo, sonhando, sempre buscando uma forma nova de viver a vida, se reinvente se for preciso.
“Neste mundo vocês terão aflições; contudo, tenham ânimo! Eu venci o mundo“. (João 16:33). Não será rápido, nem fácil, mas há um bom plano de Deus preparado para sua vida.
Fonte: jesuseabiblia.com
Muitas coisas nos deixam boquiabertos. Coisas boas, coisas ruins. Mas nada se compara a vida de Jesus. É simplesmente a história mais fantástica de todos os tempos, vale salientar que é cheia de evidências históricas e científicas, que fundamentam sua realidade.
A Vida de Jesus é Tão Real Quanto a Nossa
A vida de Jesus não é um conto. Uma metáfora. Também não é uma vírgula no contexto geral da História. A vida de Jesus simplesmente divide a História em o que houve antes dele e no que acontece depois dele. Existem mais de 10 mil religiões no mundo. Em todas elas o homem oferece algo a divindade. A vida de Jesus nos revela a essência do verdadeiro Deus. Em Jesus, Deus se tornou homem. Viveu a nossa vida. Conheceu nossa realidade. Nossas dificuldades. Aprendeu! Dá para imaginar!
A Vida de Jesus Foi Cheia de Dificuldades
“Durante os seus dias de vida na terra, Jesus ofereceu orações e súplicas, em alta voz e com lágrimas, àquele que o podia salvar da morte, sendo ouvido por causa da sua reverente submissão. Embora sendo Filho, ele aprendeu a obedecer por meio daquilo que sofreu; e, uma vez aperfeiçoado, tornou-se a fonte de eterna salvação para todos os que lhe obedecem, sendo designado por Deus sumo sacerdote, segundo a ordem de Melquisedeque. (Hebreus 5:7-10).
A vida de Jesus nos ensina que o sofrimento faz parte do aprendizado, conhecemos mais a Deus por meio dele. É possível imaginar que quando criança Jesus sentiu vontade de ficar em casa e não ir à escola em dia de chuva. Não quis ir trabalhar na segunda-feira; “pois não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas, mas sim alguém que, como nós, passou por todo tipo de tentação, porém, sem pecado.” (Hebreus 4:15). Jesus conhece sua dor.
A vida de Jesus nos mostra que não é privilégio nosso ser traído, vendido, caluniado, por quem amamos. Judas lhe vendeu por trinta moedas e carimbou a nota com um beijo na face.
A Vida de Jesus É Uma Grande Lição de Amor
A vida de Jesus nos conta uma história de amor que nem Shakespeare em seus dias mais inspirados conseguia esboçar…
“Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna.” (João 3.16).
É uma expressão de amor que não pode ser quantificada: “Porque Deus tanto amou…”. Ele amou e continua amando. Embora vivesse à sombra da cruz, Jesus não permitiu que sua alma ‘azedasse”, Ele não foi uma pessoa estúpida. Pelo contrário, “cheio de graça e verdade” (João 1.14)
A minha oração é que a vida de Jesus se torne tão grande em você que possa mudar seu modo de viver sua vida.
Não permita que as dificuldades da vida destruam sua motivação. Continue lutando, insistindo, sonhando, sempre buscando uma forma nova de viver a vida, se reinvente se for preciso.
“Neste mundo vocês terão aflições; contudo, tenham ânimo! Eu venci o mundo“. (João 16:33). Não será rápido, nem fácil, mas há um bom plano de Deus preparado para sua vida.
Fonte: jesuseabiblia.com
terça-feira, 2 de maio de 2017
A Vida de Jesus: Preocupação com coisas Temporais
Preocupação com coisas Temporais
Cristo disse: “Se não vigiares, virei como ladrão, e não conhecerás de modo algum em que hora virei contra ti”. Apocalipse 3:3.
Nos dias atuais, os homens se ocupam em comer, beber, plantar, construir, casar-se e dar-se em casamento. Os comerciantes continuam comprando e vendendo e os homens contendem por posições de honra. Os amante dos prazeres lotam teatros, hipódromos, cassinos e outros divertimentos. Em todo lugar, prevalece a diversão; contudo, o tempo da angústia se aproxima rapidamente e a porta da graça há de se fechar para sempre. Foi para o nosso tempo que o Salvador disse estas palavras de advertência: “Acautelai-vos por vós mesmos, para que nunca vos suceda que o vosso coração fique sobrecarregado com as consequências da orgia, da embriaguez e das preocupações deste mundo, e para que aquele dia não venha sobre vós repentinamente, como um laço”. Lucas 21:34. “Vigiai, pois, a todo tempo, orando, para que possais escapar de todas estas coisas que têm de suceder e estar em pé na presença do Filho do Homem”. Lucas 21:36. Em Eclesiastes 2 Salomão resume sua vida. Sua experiência foi muito ampla e diversificada. Ele reuniu muita prata e muito ouro, construiu grandes coisas, plantou árvores, vinhas e jardins, sistemas de irrigação, encheu sua casa com servos, e os seus campos com vacas e ovelhas. Ninguém podia se igualar a ele. Suas festas tinham os melhores músicos e instrumentos e, como se tudo isso não fosse suficiente, ele se dedicou sem restrições a satisfazer seus desejos e prazeres. Ele tinha tudo, mas se sentia vazio. Salomão conclui, como num lamento, depois de ter alcançado grandes realizações e experimentado tudo: “tudo é vaidade”. Através da inspiração divina ele nos deixou uma grande lição: o que trabalha somente para o hoje, não terá o amanhã. Aqueles cuja única preocupação é colocada nas coisas temporais morrerão com elas, e os que vivem para as coisas temporais não terão a eternidade. Salomão nos desafia a definirmos corretamente nossas prioridades e a concedermos o primeiro lugar a Deus, a Fonte da Sabedoria. Jesus resumiu da seguinte maneira: “Buscai primeiro o Reino de Deus.” Mateus 6:33.
"Assim, fixamos os olhos, não naquilo que se vê, mas no que não se vê, pois o que se vê é transitório, mas o que não se vê é eterno". 2 Corintios 4:18.
Cristo disse: “Se não vigiares, virei como ladrão, e não conhecerás de modo algum em que hora virei contra ti”. Apocalipse 3:3.
Nos dias atuais, os homens se ocupam em comer, beber, plantar, construir, casar-se e dar-se em casamento. Os comerciantes continuam comprando e vendendo e os homens contendem por posições de honra. Os amante dos prazeres lotam teatros, hipódromos, cassinos e outros divertimentos. Em todo lugar, prevalece a diversão; contudo, o tempo da angústia se aproxima rapidamente e a porta da graça há de se fechar para sempre. Foi para o nosso tempo que o Salvador disse estas palavras de advertência: “Acautelai-vos por vós mesmos, para que nunca vos suceda que o vosso coração fique sobrecarregado com as consequências da orgia, da embriaguez e das preocupações deste mundo, e para que aquele dia não venha sobre vós repentinamente, como um laço”. Lucas 21:34. “Vigiai, pois, a todo tempo, orando, para que possais escapar de todas estas coisas que têm de suceder e estar em pé na presença do Filho do Homem”. Lucas 21:36. Em Eclesiastes 2 Salomão resume sua vida. Sua experiência foi muito ampla e diversificada. Ele reuniu muita prata e muito ouro, construiu grandes coisas, plantou árvores, vinhas e jardins, sistemas de irrigação, encheu sua casa com servos, e os seus campos com vacas e ovelhas. Ninguém podia se igualar a ele. Suas festas tinham os melhores músicos e instrumentos e, como se tudo isso não fosse suficiente, ele se dedicou sem restrições a satisfazer seus desejos e prazeres. Ele tinha tudo, mas se sentia vazio. Salomão conclui, como num lamento, depois de ter alcançado grandes realizações e experimentado tudo: “tudo é vaidade”. Através da inspiração divina ele nos deixou uma grande lição: o que trabalha somente para o hoje, não terá o amanhã. Aqueles cuja única preocupação é colocada nas coisas temporais morrerão com elas, e os que vivem para as coisas temporais não terão a eternidade. Salomão nos desafia a definirmos corretamente nossas prioridades e a concedermos o primeiro lugar a Deus, a Fonte da Sabedoria. Jesus resumiu da seguinte maneira: “Buscai primeiro o Reino de Deus.” Mateus 6:33.
"Assim, fixamos os olhos, não naquilo que se vê, mas no que não se vê, pois o que se vê é transitório, mas o que não se vê é eterno". 2 Corintios 4:18.
terça-feira, 11 de abril de 2017
A Vida de Jesus: Aguardar trabalhando
Firmes e Constantes na Obra do Senhor
Enquanto vigiamos aguardando a vinda de Jesus, não devemos ficar na ociosidade. A expectativa do retorno de Cristo leva as pessoas a temerem os juízos sobre as transgressões. Deve despertá-las para o arrependimento de seus pecados que resultam da quebra dos mandamentos de Deus. Enquanto vigiamos, aguardando a vinda do Senhor, devemos trabalhar diligentemente. Saber que Ele está às portas, deve levar-nos a trabalhar com mais dedicação pela salvação de nossos semelhantes. Assim como Noé anunciou a mensagem de destruição do mundo antes do dilúvio, todos os que compreendem a Palavra de Deus, devem advertir as pessoas de seu tempo. “Assim como foi nos dias de Noé, também será a vinda do Filho do homem. Porquanto, assim como nos dias anteriores ao dilúvio, comiam e bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e não o perceberam, senão quando veio o dilúvio e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do Homem”. Mateus 24:37-39. O povo dos dias de Noé abusava dos dons de Deus. O excesso na comida e na bebida degeneraram em glutonaria e bebedice. Esquecendo-se de Deus, entregaram-se a atos abomináveis e vis. “Viu o Senhor que a maldade do homem se havia multiplicado na Terra e que era continuamente mau todo desígnio do seu coração”. Gênesis 6:5. O povo daquele tempo foi destruído por causa de sua impiedade. Nos dias atuais, os homens estão praticando as mesmas coisas. Glutonaria, intemperança, paixões irrefreadas e toda sorte de práticas abomináveis enchem a Terra. Nos dias de Noé, o mundo foi destruído pela água e agora, a Palavra de Deus ensina que será pelo fogo. Mas os homens “deliberadamente, esquecem que, de longo tempo, houve céus bem como terra, a qual surgiu da água e através da água pela Palavra de Deus, pela qual veio a perecer o mundo daquele tempo, afogado em água. Ora, os céus que agora existem e a Terra, pela mesma Palavra, têm sido entesourados para fogo, estando reservados para o Dia do Juízo e destruição dos homens ímpios”. II Pedro 3:5-7. Os antediluvianos zombavam das advertências de Deus. Chamaram Noé de fanático e alarmista. Homens importantes e cultos afirmavam que um dilúvio como estava sendo anunciado jamais fora visto e nunca poderia ocorrer. Hoje, pouca importância se dá à Palavra de Deus. Os homens escarnecem de suas advertências. Multidões dizem: “Onde está a promessa da Sua Vinda? Porque, desde que os pais dormiram, todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação” II Pedro 3:4. Mas a destruição é iminente. Enquanto os homens zombam: “Onde está a promessa da Sua Vinda?” os sinais estão se cumprindo. “Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição;... e de nenhum modo escaparão”. I Tessalonicenses 5:3
Enquanto vigiamos aguardando a vinda de Jesus, não devemos ficar na ociosidade. A expectativa do retorno de Cristo leva as pessoas a temerem os juízos sobre as transgressões. Deve despertá-las para o arrependimento de seus pecados que resultam da quebra dos mandamentos de Deus. Enquanto vigiamos, aguardando a vinda do Senhor, devemos trabalhar diligentemente. Saber que Ele está às portas, deve levar-nos a trabalhar com mais dedicação pela salvação de nossos semelhantes. Assim como Noé anunciou a mensagem de destruição do mundo antes do dilúvio, todos os que compreendem a Palavra de Deus, devem advertir as pessoas de seu tempo. “Assim como foi nos dias de Noé, também será a vinda do Filho do homem. Porquanto, assim como nos dias anteriores ao dilúvio, comiam e bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e não o perceberam, senão quando veio o dilúvio e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do Homem”. Mateus 24:37-39. O povo dos dias de Noé abusava dos dons de Deus. O excesso na comida e na bebida degeneraram em glutonaria e bebedice. Esquecendo-se de Deus, entregaram-se a atos abomináveis e vis. “Viu o Senhor que a maldade do homem se havia multiplicado na Terra e que era continuamente mau todo desígnio do seu coração”. Gênesis 6:5. O povo daquele tempo foi destruído por causa de sua impiedade. Nos dias atuais, os homens estão praticando as mesmas coisas. Glutonaria, intemperança, paixões irrefreadas e toda sorte de práticas abomináveis enchem a Terra. Nos dias de Noé, o mundo foi destruído pela água e agora, a Palavra de Deus ensina que será pelo fogo. Mas os homens “deliberadamente, esquecem que, de longo tempo, houve céus bem como terra, a qual surgiu da água e através da água pela Palavra de Deus, pela qual veio a perecer o mundo daquele tempo, afogado em água. Ora, os céus que agora existem e a Terra, pela mesma Palavra, têm sido entesourados para fogo, estando reservados para o Dia do Juízo e destruição dos homens ímpios”. II Pedro 3:5-7. Os antediluvianos zombavam das advertências de Deus. Chamaram Noé de fanático e alarmista. Homens importantes e cultos afirmavam que um dilúvio como estava sendo anunciado jamais fora visto e nunca poderia ocorrer. Hoje, pouca importância se dá à Palavra de Deus. Os homens escarnecem de suas advertências. Multidões dizem: “Onde está a promessa da Sua Vinda? Porque, desde que os pais dormiram, todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação” II Pedro 3:4. Mas a destruição é iminente. Enquanto os homens zombam: “Onde está a promessa da Sua Vinda?” os sinais estão se cumprindo. “Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição;... e de nenhum modo escaparão”. I Tessalonicenses 5:3
sábado, 4 de março de 2017
A vida de Jesus: O Dia do Juízo!
O dia da vinda de Cristo será um dia de juízo para o mundo. As escrituras declaram: “Eis que veio o Senhor entre Suas santas miríades, para exercer juízo contra todos”. Judas 14 e 15
“E todas as nações serão reunidas em Sua presença, e Ele separará uns dos outros, como o pastor separa dos cabritos as ovelhas”. Mateus 25:32
Antes, porém, de vir aquele dia, Deus adverte os homens quanto ao que há de suceder. Em todos os tempos, Suas advertências têm sido dadas. Alguns acreditaram na Palavra de Deus e obedeceram às Suas orientações, livrando-se, assim, dos juízos que caíram sobre os incrédulos e desobedientes. Antes de destruir o mundo pelo dilúvio, Deus ordenou a Noé: “Entra na arca, tu e toda a tua casa, porque reconheço que tens sido justo diante de Mim no meio desta geração.” Gênesis 7:1. Noé obedeceu e foi salvo. Antes da destruição de Sodoma, os anjos trouxeram a Ló a seguinte mensagem: “Levantai-vos, saí deste lugar, porque o Senhor há de destruir a cidade”. Gênesis 19:14. Ló atendeu à advertência e foi salvo.
Assim, também, agora somos advertidos a respeito da segunda vinda de Cristo e da destruição que sobrevirá ao mundo e todos os que derem ouvidos às advertências serão salvos. Quando Cristo vier nas nuvens do céu, os justos hão de exclamar: “Eis que Este é o nosso Deus, em quem esperávamos, e Ele nos salvará”. Isaias 25:9.
Como não sabemos o tempo exato de Sua Vinda, somos exortados a vigiar: “Bem aventurados aqueles servos a quem o Senhor, quando vier, os encontre vigilantes”. Lucas 12:37.
“E todas as nações serão reunidas em Sua presença, e Ele separará uns dos outros, como o pastor separa dos cabritos as ovelhas”. Mateus 25:32
Antes, porém, de vir aquele dia, Deus adverte os homens quanto ao que há de suceder. Em todos os tempos, Suas advertências têm sido dadas. Alguns acreditaram na Palavra de Deus e obedeceram às Suas orientações, livrando-se, assim, dos juízos que caíram sobre os incrédulos e desobedientes. Antes de destruir o mundo pelo dilúvio, Deus ordenou a Noé: “Entra na arca, tu e toda a tua casa, porque reconheço que tens sido justo diante de Mim no meio desta geração.” Gênesis 7:1. Noé obedeceu e foi salvo. Antes da destruição de Sodoma, os anjos trouxeram a Ló a seguinte mensagem: “Levantai-vos, saí deste lugar, porque o Senhor há de destruir a cidade”. Gênesis 19:14. Ló atendeu à advertência e foi salvo.
Assim, também, agora somos advertidos a respeito da segunda vinda de Cristo e da destruição que sobrevirá ao mundo e todos os que derem ouvidos às advertências serão salvos. Quando Cristo vier nas nuvens do céu, os justos hão de exclamar: “Eis que Este é o nosso Deus, em quem esperávamos, e Ele nos salvará”. Isaias 25:9.
Como não sabemos o tempo exato de Sua Vinda, somos exortados a vigiar: “Bem aventurados aqueles servos a quem o Senhor, quando vier, os encontre vigilantes”. Lucas 12:37.
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017
A vida de Jesus: Breve Jesus voltará!
Esse tempo está próximo! Um pouco mais e então veremos o Rei em Sua formosura. Ainda um pouco e Ele enxugará dos olhos toda lágrima. Mais um pouco, e Ele nos apresentará “com exultação, imaculados diante da Sua glória” Judas 24.
Por isso, quando Jesus descreveu os sinais de Seu retorno, disse: “Ora, ao começarem estas coisas a suceder, exultai e erguei a vossa cabeça; porque a vossa redenção se aproxima”. Lucas 21:28
quarta-feira, 4 de janeiro de 2017
A Vida de Jesus: Sinais do Fim
O dia e a hora exatos de Sua Vinda não foram revelados. Cristo disse aos discípulos que Ele Mesmo não sabia o dia ou a hora de Seu retorno; mas, mencionou certos eventos através dos quais poderiam saber quando Sua Vinda estaria próxima. ”Haverá sinais”, disse Ele, “no Sol, na Lua e nas estrelas” Lc 21:25. E explicou com maior clareza ainda: “O Sol escurecerá, a Lua não dará a sua claridade, as estrelas cairão do firmamento”. Mt 24:29.
“Sobre a Terra”, disse Jesus, haverá “angústia entre as nações em perplexidade por causa do bramido do mar e das ondas; haverá homens que desmaiarão de terror e pela expectativa das coisas que sobrevirão ao mundo”. Lc 21:25-26. “E verão o Filho do Homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e muita glória. E Ele enviará os Seus anjos, com grande clamor de Trombeta, os quais reunirão os Seus escolhidos, dos quatro ventos, de um a outra extremidade dos céus”. Mt 24:30-31. O Salvador acrescentou ainda: “Aprendei, pois, a parábola da figueira: quando já os seus ramos se renovam e as folhas brotam, sabeis que está próximo o verão. Assim também vós: quando virdes todas estas coisas, sabei que está próximo, às portas”. Mt 24:32-33. Cristo descreveu os sinais de Sua vinda. Disse que poderíamos saber quando o Seu retorno estivesse às portas. Quando as folhas das árvores brotam na primavera, sabemos que o verão está próximo. Do mesmo modo, ao se cumprirem os sinais no Sol, na Lua e nas Estrelas, podemos nos certificar de que a Vinda de Cristo se aproxima.
Em 19 de Maio de 1780 o Sol escureceu. Esse dia ficou conhecido na história como “o dia escuro”. Na região Leste dos Estados Unidos, tão densas eram as trevas que as lamparinas foram acesas ao meio-dia e até depois da meia-noite, a Lua embora fosse cheia, negou-se a iluminar. Muitos acreditaram que o dia do juízo havia chegado. Nenhuma razão satisfatória pôde explicar a escuridão sobrenatural. Em 13 de Novembro de 1833, ocorreu uma deslumbrante queda de estrelas jamais contemplada pelo homem. Outra vez, as pessoas se convenceram de que era chegado o dia do juízo. Desde então, terremotos, furacões, maremotos, pestes, fomes, destruições por fogo ou por inundações têm se multiplicado. Além disso, angústia e perplexidade entre as nações apontam para o iminente retorno do Senhor Jesus.
O Senhor disse: “Não passará esta geração sem que tudo isto aconteça. Passará o Céu e a terra, porém as Minhas Palavras não passarão”. Mt 24:34-35.
“Porquanto o Senhor mesmo, dada a Sua Palavra de ordem, ouvia a Voz do Arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos Céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor. Consolai-vos, pois, uns aos outros com estas palavras”. I Ts 4:16-18.
“Sobre a Terra”, disse Jesus, haverá “angústia entre as nações em perplexidade por causa do bramido do mar e das ondas; haverá homens que desmaiarão de terror e pela expectativa das coisas que sobrevirão ao mundo”. Lc 21:25-26. “E verão o Filho do Homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e muita glória. E Ele enviará os Seus anjos, com grande clamor de Trombeta, os quais reunirão os Seus escolhidos, dos quatro ventos, de um a outra extremidade dos céus”. Mt 24:30-31. O Salvador acrescentou ainda: “Aprendei, pois, a parábola da figueira: quando já os seus ramos se renovam e as folhas brotam, sabeis que está próximo o verão. Assim também vós: quando virdes todas estas coisas, sabei que está próximo, às portas”. Mt 24:32-33. Cristo descreveu os sinais de Sua vinda. Disse que poderíamos saber quando o Seu retorno estivesse às portas. Quando as folhas das árvores brotam na primavera, sabemos que o verão está próximo. Do mesmo modo, ao se cumprirem os sinais no Sol, na Lua e nas Estrelas, podemos nos certificar de que a Vinda de Cristo se aproxima.
Em 19 de Maio de 1780 o Sol escureceu. Esse dia ficou conhecido na história como “o dia escuro”. Na região Leste dos Estados Unidos, tão densas eram as trevas que as lamparinas foram acesas ao meio-dia e até depois da meia-noite, a Lua embora fosse cheia, negou-se a iluminar. Muitos acreditaram que o dia do juízo havia chegado. Nenhuma razão satisfatória pôde explicar a escuridão sobrenatural. Em 13 de Novembro de 1833, ocorreu uma deslumbrante queda de estrelas jamais contemplada pelo homem. Outra vez, as pessoas se convenceram de que era chegado o dia do juízo. Desde então, terremotos, furacões, maremotos, pestes, fomes, destruições por fogo ou por inundações têm se multiplicado. Além disso, angústia e perplexidade entre as nações apontam para o iminente retorno do Senhor Jesus.
O Senhor disse: “Não passará esta geração sem que tudo isto aconteça. Passará o Céu e a terra, porém as Minhas Palavras não passarão”. Mt 24:34-35.
“Porquanto o Senhor mesmo, dada a Sua Palavra de ordem, ouvia a Voz do Arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos Céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor. Consolai-vos, pois, uns aos outros com estas palavras”. I Ts 4:16-18.
sábado, 17 de dezembro de 2016
A Vida de Jesus: Quando Voltará Cristo?
Nosso Salvador virá outra vez. Antes de partir, Ele mesmo anunciou aos discípulos a promessa de Seu retorno: “Não se turbe o vosso coração... Na casa de Meu Pai há muitas moradas... Vou preparar-vos lugar. E, quando Eu for e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para Mim mesmo, para que, onde Eu estou, estejais vós também.” João 14:1-3. Ele não deixou dúvida quanto à maneira de Seu retorno: “Quando vier o Filho do Homem na Sua majestade e todos os anjos com Ele, então, Se assentará no trono da Sua glória; e todas as nações serão reunidas em Sua presença.” Mateus 25:31-32. Cuidadosamente Cristo os advertiu contra os enganos. “Portanto, se vos disserem: Eis que Ele está no deserto!, não saiais. Ou: Ei-lo no interior da casa!, não acrediteis. Porque, assim como o relâmpago sai do Oriente e se mostra até no Ocidente, assim há de ser a vinda do Filho do Homem.” Mateus 24:26-27. Essa advertência é para nós. Hoje, falsos mestres estão dizendo: “Eis que Ele está no deserto!, e milhares têm saído ao deserto na esperança de encontrar Jesus ali. Outros milhares que afirmam manter contato com os espíritos dos mortos, declaram que Ele está “no interior da cada”. Mateus 24:26. Essa é a afirmação deita pelo espiritismo. Cristo, porém, disse: “Não acrediteis. Porque assim como o relâmpago sai do Oriente e se mostra até no Ocidente, assim há de ser a vinda do Filho do Homem.” Mateus 24:26-27. Por ocasião de Sua ascensão, os anjos explicaram aos discípulos como Jesus viria outra vez: “Assim virá do modo como O vistes subir.” Atos 1:11. Ele subiu ao Céu corporalmente e eles O viram quando separou-Se deles e foi envolvido por uma nuvem. Ele voltará sobre uma grande nuvem branca e “todo olho O verá”. Apocalipse 1:7.
quinta-feira, 10 de novembro de 2016
A Vida de Jesus: Chegada Triunfal do Rei da Glória
Quando Jesus desapareceu da vista dos discípulos no monte das Oliveiras, Ele foi recebido por um exército de anjos que veio para acompanha-Lo com cânticos de alegria e triunfo. Nos portais da cidade de Deus, anjos incontáveis aguardavam Sua chegada. Ao Cristo Se aproximar dos portões, os anjos que O acompanhavam, em tons de triunfo, dirigem-se aos que se encontram nos portais: “Levantai, Ó portas, as vossas cabeças; Levantai-vos, ó portais eternos, para que entre o Rei da Glória.” Os anjos que esperam nas portas perguntaram: “Quem é o Rei da Glória?” Ele fazem essa pergunta, não porque não sabem quem Ele é, mas porque desejam ouvir a resposta em exaltação e louvor: “O Senhor, forte e poderoso, O Senhor, poderoso nas batalhas. Levantai, ó portas, as vossas cabeças; Levantai-vos, ó portais eternos, Para que entre o Rei da Glória.” Novamente, os anjos que aguardam perguntam: “Quem é esse Rei da Glória?” E a escolta de anjos responde em acordes melodiosos: “O Senhor dos Exércitos, Ele é o Rei da Glória.” Salmos 24:7-10. Então ao portais se abrem completamente e a multidão de anjos entra na cidade de Deus em majestosa marcha. A mais elevada música irrompe em belas e melodiosas antífonas de louvor. Toda a hoste angelical aguarda para honrar seu Comandante. Esperam que Ele tome o Seu lugar nos trono do Pai. Mas Jesus ainda não pode receber o diadema de glória e as vestes reais, pois precisa apresentar diante do Pai um pedido em relação aos Seus escolhidos na Terra. Não pode aceitar as honrarias até que, diante do universo celestial, Sua igreja seja justificada e aceita. Pede para que onde Ele esteja, Seu povo possa estar. Se Ele for honrado, eles devem partilhar a honra com Ele. Os que sofrem com Ele na Terra, devem reinar com Ele em Seu reino. Por esse propósito, Cristo intercede por Sua igreja. Identifica Seus interesses com os do Seu povo e com amor e constância mais fortes do que a morte, advoga os direitos e títulos comprados com Seu Sangue.
A resposta do Pai a esse apelo segue adiante na proclamação: “E todos os anjos de Deus O adorem.” Hebreus 1:6. Com grande Júbilo, os líderes das hostes celestiais adoram o Redentor Os incontáveis exércitos de anjos prostram-se diante dEle, e as cortes do céu ecoam e tornam a ecoar com um brado de alegria: “Digno é o Cordeiro que foi morto de receber o poder, e riqueza, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e louvor.” Apocalipse 5:12. Os seguidores de Cristo são aceitos no Filho Amado. Na presença dos anjos celestiais, o Pai ratificou o concerto feito com Cristo de que Ele receberá pessoas arrependidas e obedientes e as amará como ama Seu Filho. Onde O Redentor estiver, os remidos hão de estar. O Filho de Deus triunfou sobre o príncipe das trevas e venceu a morte e o pecado. O céu vibra com as vozes harmoniosas que proclamam: “Aquele que está sentado no trono e ao Cordeiro, seja o louvor, e a honra, e a glória, e o domínio pelos séculos dos séculos.” Apocalipse 5:13.
A resposta do Pai a esse apelo segue adiante na proclamação: “E todos os anjos de Deus O adorem.” Hebreus 1:6. Com grande Júbilo, os líderes das hostes celestiais adoram o Redentor Os incontáveis exércitos de anjos prostram-se diante dEle, e as cortes do céu ecoam e tornam a ecoar com um brado de alegria: “Digno é o Cordeiro que foi morto de receber o poder, e riqueza, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e louvor.” Apocalipse 5:12. Os seguidores de Cristo são aceitos no Filho Amado. Na presença dos anjos celestiais, o Pai ratificou o concerto feito com Cristo de que Ele receberá pessoas arrependidas e obedientes e as amará como ama Seu Filho. Onde O Redentor estiver, os remidos hão de estar. O Filho de Deus triunfou sobre o príncipe das trevas e venceu a morte e o pecado. O céu vibra com as vozes harmoniosas que proclamam: “Aquele que está sentado no trono e ao Cordeiro, seja o louvor, e a honra, e a glória, e o domínio pelos séculos dos séculos.” Apocalipse 5:13.
quarta-feira, 12 de outubro de 2016
A vida de Jesus: Um amigo nos céus
Um amigo nos céus
Quando os discípulos retornaram a Jerusalém, as pessoas os olhavam com surpresa. Depois do julgamento e crucificação de Seu Mestre, pensavam que eles ficariam deprimidos e envergonhados. Seus inimigos esperavam ver em seu rosto uma expressão de tristeza e derrota. Ao invés disso, havia apenas alegria e triunfo. Em suas faces transparência uma felicidade sobrenatural. Não lamentavam suas esperanças frustradas, mas sentiam-se cheios de louvor e gratidão a Deus. Com Júbilo, contaram a maravilhosa história da ressurreição de Cristo e de Sua ascensão ao Céu e muitos receberam esse testemunho. Os discípulos não precisavam mais duvidar do futuro, pois sabiam que o Salvador estava no Céu e que Seus cuidados os acompanhariam. Sabiam que Ele estava apresentando diante de Deus os méritos do Seu Sangue, mostrando ao Pai Suas mãos e pés transpassados, como uma evidência do preço pago pelos Seus remidos. Sabiam que Ele voltaria outra vez, com todos os santos anjos, e aguardavam ansiosamente esse evento com grande alegria e saudosa antecipação.
Quando os discípulos retornaram a Jerusalém, as pessoas os olhavam com surpresa. Depois do julgamento e crucificação de Seu Mestre, pensavam que eles ficariam deprimidos e envergonhados. Seus inimigos esperavam ver em seu rosto uma expressão de tristeza e derrota. Ao invés disso, havia apenas alegria e triunfo. Em suas faces transparência uma felicidade sobrenatural. Não lamentavam suas esperanças frustradas, mas sentiam-se cheios de louvor e gratidão a Deus. Com Júbilo, contaram a maravilhosa história da ressurreição de Cristo e de Sua ascensão ao Céu e muitos receberam esse testemunho. Os discípulos não precisavam mais duvidar do futuro, pois sabiam que o Salvador estava no Céu e que Seus cuidados os acompanhariam. Sabiam que Ele estava apresentando diante de Deus os méritos do Seu Sangue, mostrando ao Pai Suas mãos e pés transpassados, como uma evidência do preço pago pelos Seus remidos. Sabiam que Ele voltaria outra vez, com todos os santos anjos, e aguardavam ansiosamente esse evento com grande alegria e saudosa antecipação.
sábado, 17 de setembro de 2016
A Vida de Jesus: A ascensão
A ascensão
A obra terrestre de Jesus estava concluída. Havia chegado o tempo de regressar ao lar celestial. Ele vencera e devia agora tomar Seu lugar ao lado do Pai no trono de luz e glória. Jesus escolheu o Monte das Oliveiras como o lugar de Sua ascensão. Acompanhado dos Onze, dirigiu-Se ao Monte. Os discípulos, porém, não sabiam que esse seria o último contato com o Mestre. Durante o trajeto, Jesus lhes deu as últimas orientações e, pouco antes de partir, deixou a preciosa promessa a cada um de Seus seguidores:
“Eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século.” Mateus 28:20.
Atravessaram o monte para o lado dos arredores de Betânia. Ali pararam e os discípulos se juntaram ao redor do Mestre. Raios de luz pareciam emanar de Seu rosto quando os contemplou com amor. As últimas palavras do Salvador foram repletas do mais profundo sentimento de ternura. Com as mãos estendidas para abençoar, lentamente começou a subir. Os discípulos maravilhados, esforçavam a visão para não perder a imagem que desaparecia nas alturas. Uma nuvem de glória arrebatou-O da vista de todos. Ao mesmo tempo, a mais bela e harmoniosa melodia cantada pelo coro angelical encheu o ar. Eles se voltaram e viram dois mensageiros celestes que lhes disseram:
“Varões galileus, pro que estais olhando para as alturas? Esse Jesus que dentre vós foi assunto ao Céu virá do modo como O vistes subir.” Atos 1:11.
Esses anjos pertenciam ao exército que tinha vindo para acompanhar O Salvador ao Lar Celestial. Demonstrando amor e simpatia pelos que ficavam, eles permaneceram ali mais um pouco para assegurá-los de que a separação não duraria para sempre.
A obra terrestre de Jesus estava concluída. Havia chegado o tempo de regressar ao lar celestial. Ele vencera e devia agora tomar Seu lugar ao lado do Pai no trono de luz e glória. Jesus escolheu o Monte das Oliveiras como o lugar de Sua ascensão. Acompanhado dos Onze, dirigiu-Se ao Monte. Os discípulos, porém, não sabiam que esse seria o último contato com o Mestre. Durante o trajeto, Jesus lhes deu as últimas orientações e, pouco antes de partir, deixou a preciosa promessa a cada um de Seus seguidores:
“Eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século.” Mateus 28:20.
Atravessaram o monte para o lado dos arredores de Betânia. Ali pararam e os discípulos se juntaram ao redor do Mestre. Raios de luz pareciam emanar de Seu rosto quando os contemplou com amor. As últimas palavras do Salvador foram repletas do mais profundo sentimento de ternura. Com as mãos estendidas para abençoar, lentamente começou a subir. Os discípulos maravilhados, esforçavam a visão para não perder a imagem que desaparecia nas alturas. Uma nuvem de glória arrebatou-O da vista de todos. Ao mesmo tempo, a mais bela e harmoniosa melodia cantada pelo coro angelical encheu o ar. Eles se voltaram e viram dois mensageiros celestes que lhes disseram:
“Varões galileus, pro que estais olhando para as alturas? Esse Jesus que dentre vós foi assunto ao Céu virá do modo como O vistes subir.” Atos 1:11.
Esses anjos pertenciam ao exército que tinha vindo para acompanhar O Salvador ao Lar Celestial. Demonstrando amor e simpatia pelos que ficavam, eles permaneceram ali mais um pouco para assegurá-los de que a separação não duraria para sempre.
sábado, 20 de agosto de 2016
A Vida de Jesus: A Missão dos discípulos de Cristo
A MISSÃO DOS DISCÍPULOS DE CRISTO
Naquela sala situada no andar superior, Cristo explicou outra vez as Escrituras em relação a Sim mesmo. Então disse aos discípulos que o arrependimento e o perdão dos pecados deveria ser proclamado em Seu nome entre todas as nações, começando em Jerusalém.
Antes de subir ao Céu, Ele lhes disse: “Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis Minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria e até aos confins da terra.” Atos 1:8 “E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século.” Mateus 28:20.
Sois testemunhas da Minha vida e do Meu sacrifício em favor do mundo, Cristo disse: Todo o que vier a Mim, confessando seus pecados Eu o receberei. Todo o que quiser, pode se reconciliar com Deus e ter a vida eterna. A vós, Meus discípulos, entrego esta mensagem de graça e misericórdia para ser dada a todas as nações, línguas e povos. Ide aos lugares mais distantes da Terra e sabei que Minha presença irá convosco. Essa ordem de Jesus, dada aos discípulos, inclui todos os crentes até à consumação dos séculos. Nem todos podem pregar nas igrejas, mas todos podem ajudar as pessoas individualmente. Os que servem os sofredores, os que ajudam os necessitados, os que confortam os abatidos e que contam aos pecadores a respeito do amor perdoador de Cristo, são Suas Testemunhas.
terça-feira, 12 de julho de 2016
A Vida de Jesus: Reconhecendo o Salvador
Reconhecendo o Salvador
Uma refeição simples foi então preparada e Cristo assentou-se à cabeceira da mesa, conforme era Seu costume. Geralmente cabia ao chefe da família pedir a bênção sobre o alimento; Jesus, porém, pondo as mãos sobre o pão o abençoou. Naquele momento, os olhos dos discípulos se abriram. O jeito de pedir a bênção, o tom de voz tão familiar, as marcas dos pregos nas mãos, tudo denunciava tratar-se de Seu amado mestre. Por um momento, não puderam pronunciar nenhuma palavra; depois, levantaram-se para lançar-se aos pés de Jesus e adorá-Lo; no entanto, Ele desapareceu de repente. Em sua alegria, esqueceram a fome e o cansaço. Não tocaram na comida e voltaram apressadamente a Jerusalém com a mensagem preciosa do Salvador ressuscitado. Estavam ainda contando as grandes novas aos seus companheiros, quando o próprio Jesus apresentou-Se entre eles e levantando as mãos para abençoá-los, disse: “Paz seja convosco!” Lucas 24:36.No princípio, sentiram medo; mas quando Ele lhes mostrou as mãos e os pés transpassados e comeu diante deles, creram e foram consolados. Fé e alegria, então, substituíram a incredulidade, e com sentimentos que as palavras não podem traduzir, reconheceram o Salvador ressuscitado. Tomé não estivera presente naquele encontro e se recusava a crer no que diziam a respeito da ressurreição. Oito dias depois, Jesus tornou a aparecer aos discípulos e Tomé estava presente. Mostrando-lhe os sinais de Sua crucificação nas mãos e nos pés, o discípulo se convenceu depressa e exclamou: “Senhor meu e Deus meu!” João 20:28.
sexta-feira, 17 de junho de 2016
A Vida de Jesus: Jesus é a base segura para a Fé
Jesus é a base segura para a Fé
Se o Salvador tivesse revelado Sua identidade aos discípulos, eles teriam ficado satisfeitos. Na plenitude de sua alegria, nada mais teriam desejado. Mas era-lhes necessário compreender como Sua missão havia sido predita por todos os símbolos e profecias do Antigo Testamento. Deveriam construir a sua Fé sobre esses marcos. Cristo não operou nenhum milagre para convence-los, mas Seu primeiro trabalho foi explicar-lhes as Escrituras. Eles haviam considerado Sua morte como a destruição de todas as suas esperanças. Agora, Cristo lhes mostrava, partindo dos profetas, que isso era a mais forte evidência para sua Fé. Ao ensinar os discípulos, Cristo mostrou-lhes a importância do Antigo Testamento como testemunho de Sua missão. Muitos hoje rejeitam o Antigo Testamento afirmando que ele não é mais necessário; mas esse não é o ensino de Cristo. Deu às Escrituras tanto valor que certa vez declarou: “Se não ouvem a Moisés e as profetas, tampouco se deixarão persuadir, ainda que ressuscite alguém dentre os mortos.” Lucas 16:31. Ao pôr-do-sol, os discípulos chegaram a sua casa e Jesus “fez menção de passar adiante”. Os discípulos, porém, não consentiram em separar-se dAquele que lhes havia trazido tanta alegria e esperança. Então disseram: “Fica conosco, porque é tarde e o dia já declina. E entrou para ficar com eles.” Lucas 24:29.
Se o Salvador tivesse revelado Sua identidade aos discípulos, eles teriam ficado satisfeitos. Na plenitude de sua alegria, nada mais teriam desejado. Mas era-lhes necessário compreender como Sua missão havia sido predita por todos os símbolos e profecias do Antigo Testamento. Deveriam construir a sua Fé sobre esses marcos. Cristo não operou nenhum milagre para convence-los, mas Seu primeiro trabalho foi explicar-lhes as Escrituras. Eles haviam considerado Sua morte como a destruição de todas as suas esperanças. Agora, Cristo lhes mostrava, partindo dos profetas, que isso era a mais forte evidência para sua Fé. Ao ensinar os discípulos, Cristo mostrou-lhes a importância do Antigo Testamento como testemunho de Sua missão. Muitos hoje rejeitam o Antigo Testamento afirmando que ele não é mais necessário; mas esse não é o ensino de Cristo. Deu às Escrituras tanto valor que certa vez declarou: “Se não ouvem a Moisés e as profetas, tampouco se deixarão persuadir, ainda que ressuscite alguém dentre os mortos.” Lucas 16:31. Ao pôr-do-sol, os discípulos chegaram a sua casa e Jesus “fez menção de passar adiante”. Os discípulos, porém, não consentiram em separar-se dAquele que lhes havia trazido tanta alegria e esperança. Então disseram: “Fica conosco, porque é tarde e o dia já declina. E entrou para ficar com eles.” Lucas 24:29.
sábado, 28 de maio de 2016
A vida de Jesus: Na estrada de Emaús
Ao final da tarde daquele mesmo dia da ressurreição, dois discípulos de Jesus seguiam pela estrada de Emaús, pequeno povoado cerca de doze quilômetros de Jerusalém. Iam perplexos por causa dos últimos acontecimentos e principalmente pelas notícias trazidas pelas mulheres que tinham visto os anjos e Jesus após a ressurreição. Voltavam para casa a fim de meditar e orar na esperança de obter alguma luz em relação àquela questões que lhes pareciam tão obscuras. À medida que avançavam no caminho, um Estranho aproximou-Se e uniu-Se a eles na caminhada; porém, iam tão absortos na conversa que mal notaram Sua presença. Tão grande era a aflição e mágoa daqueles homens que iam chorando pelo caminho. O coração compassivo de Jesus viu ali uma tristeza que podia consolar. Disfarçado de estrangeiro começou a conversar com eles. “Os seus olhos, porém, estavam como que impedidos de O reconhecer. Então, lhes perguntou Jesus: Que é isso que vos preocupa e de que ides tratando à medida que caminhais? E eles pararam entristecidos. Um, porém, chamado Cleopas, respondeu, dizendo: És o único, porventura, que, tendo estado em Jerusalém, ignorais as ocorrências destes últimos dias? Ele lhes perguntou: Quais? E explicaram: O que aconteceu a Jesus, o Nazareno, que era varão profeta, poderoso em obras e palavras, diante de Deus e de todo o povo.” Lucas 24:16-19. Então lhe contaram o que havia acontecido e repetiram o relato trazido pelas mulheres que haviam estado no túmulo naquela mesma manhã. Disse-lhes então Jesus: “Ó néscios e tardos de coração para crer tudo o que os profetas disseram! Porventura, não convinha que o Cristo padecesse e entrasse na Sua Glória? E, começando por Moisés, discorrendo por todos os profetas, expunha-lhes o que a Seu respeito constava em todas as Escrituras.” Lucas 24:25-27. Os discípulos silenciaram de espanto e alegria. Não se aventuravam a perguntar ao estranho quem era Ele. Ouviam ansiosos enquanto Ele lhes explicava a missão de Cristo.
quarta-feira, 20 de abril de 2016
A Vida de Jesus: Esperança Renovada
Os anjos então explicaram-lhes a respeito da morte e ressurreição de Cristo. Lembraram-nas das palavras que o próprio Cristo havia falado, nas quais havia predito Sua crucificação e ressurreição. As palavras de Jesus agora faziam sentido e com esperança e coragem renovadas apressaram-se para contar as novas de grande alegria. Maria estivera ausente daquela cena e voltava agora em companhia de Pedro e João. Quando eles retornaram a Jerusalém, ela permaneceu no local da sepultura. Não suportava a idéia de sair dali sem antes saber o que havia acontecido com o corpo do seu Senhor. Enquanto chorava, ouviu uma voz que lhe disse: “Mulher, por que choras? A quem procuras?” João 20:15. Seus olhos, velados de lágrimas, impediram-na de reconhecer quem lhe falava. Pensou que se tratava do jardineiro e lhe disse em tom de súplica: “Senhor, se tu O tiraste, dize-me onde O puseste, e eu O levarei.” João 20:15. Pensava consigo que se o túmulo daquele homem rico era um lugar de demasiada honra para o Seu Senhor, ela mesma providenciaria para Ele uma outra sepultura. Mas naquele momento a voz do próprio Cristo soou aos seus ouvidos: “Maria!” João 20:16. Enxugando depressa as lágrimas, reconheceu diante de si o Salvador. Em sua alegria, esquecendo-se de que Ele havia sido crucificado, estendeu-Lhe as mãos, dizendo: “Raboni (que quer dizer Mestre” João 20:16. Jesus, porém lhe disse: “não me detenhas; porque ainda não subi para Meu Pai, mas vai ter com os Meus irmãos e dize-lhes: Subo para Meu Pai e Vosso Pai, para Meu Deus e Vosso Deus.” João 20:17. O Salvador recusou receber as homenagens de Seus discípulos até que pudesse certificar-Se de que Seu sacrifício havia sido aceito pelo Pai. Subiu às cortes celestiais e do próprio Deus recebeu a garantia de que Seu sacrifício pelos pecados da humanidade fora completo e perfeito para expiar o pecado; e através de Seu sangue, todos podiam obter a vida eterna. Todo o Poder no Céu e na terra foi então dado ao Príncipe da Vida, e Ele retornou aos Seus discípulos neste mundo pecaminoso, a fim de lhes comunicar Seu Poder e Sua Glória.
terça-feira, 22 de março de 2016
A vida de Jesus: Não Temais!
Lucas, em seu relato a respeito do sepultamento do salvador, fala sobre algumas mulheres que O acompanharam em Sua crucificação dizendo: “Então, se retiraram para preparar aromas e bálsamos. E, no sábado descansaram, segundo o mandamento.” Lucas 23:56. O Salvador foi enterrado em uma sexta-feira, o sexto dia da semana. As mulheres prepararam os unguentos e as especiarias para embalsamar seu Senhor e os deixaram de lado até que o sábado tivesse passado. “Passado o sábado, Maria Madalena, Maria, mãe de Tiago, e Salomé, compraram aromas para irem embalsama-Lo. E, muito cedo, no primeiro dia da semana, ao despontar o Sol, foram ao túmulo.” Marcos 16:1-2. Quando se aproximaram do horto, surpreenderam-se ao ver o céu iluminado com uma claridade tão bela e sentiram a terra tremer sob seus pés. Apressaram-se em direção ao sepulcro e ficaram ainda mais surpresas ao ver que a pedra havia sido removida e nenhum soldado encontrava-se ali. Maria Madalena fora a primeira a chegar. Vendo que a pedra havia sido removida, correu para contar aos discípulos. Quando a outra mulher se aproximou, viu uma luz brilhando no sepulcro e olhando lá dentro, notou que estava vazio. Demorando-se um pouco mais ali, de repente viram um jovem, vestido em roupas resplandecentes, sentado perto do túmulo. Era o anjo que havia removido a pedra. Com medo, tentaram fugir, mas ele lhes disse: “Não temais: porque sei que buscais Jesus, que foi crucificado. Ele não está aqui; ressuscitou, como tinha dito. Vinde ver onde Ele jazia. Ide, pois, depressa e dizei aos Seus discípulos que Ele ressuscitou dos mortos e vai adiante de vós para a Galiléia; Ali O vereis. É como vos digo!” Mateus 28:5-7.
Quando as mulheres olharam novamente para o túmulo, viram outro anjo reluzente, que lhes perguntou: “Por que buscais entre os mortos ao que vive? Ele não está aqui, mas ressuscitou. Lembrai-vos de como vos preveniu, estando ainda na Galiléia, quando disse: Importa que o Filho do Homem seja entregue nas mãos de pecadores, e seja crucificado, e ressuscite no terceiro dia.” Lucas 24:5-7.
Quando as mulheres olharam novamente para o túmulo, viram outro anjo reluzente, que lhes perguntou: “Por que buscais entre os mortos ao que vive? Ele não está aqui, mas ressuscitou. Lembrai-vos de como vos preveniu, estando ainda na Galiléia, quando disse: Importa que o Filho do Homem seja entregue nas mãos de pecadores, e seja crucificado, e ressuscite no terceiro dia.” Lucas 24:5-7.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016
A vida de Jesus: Ressurgindo Vitorioso
O anjo rolou a grande pedra que selava o túmulo coimo se fosse um seixo e com voz poderosa que fez a terra tremer, bradou: “Jesus, Filho de Deus, Teu Pai Te chama!”
Então Aquele que conquistara o poder sobre a morte, saiu do sepulcro triunfante e proclamou: “Eu sou a ressurreição e a vida” João 11:25. A hoste de anjos curvou-se em reverente adoração diante do redentor e o receberam com cânticos de louvor. Ao ressurgir, a terra estremeceu, raios faiscaram e trovões ribombaram. Um terremoto assinalou a hora em que Jesus depôs Sua vida. Um terremoto também testemunhou o momento de Sua triunfante ressurreição. Satanás irou-se grandemente porque seus anjos fugiram à aproximação dos mensageiros celestiais. Ele ousara acalentar a esperança de que Cristo não tornaria à vida e que o plano da Salvação fracassaria. Mas quando viu o Salvador sair do túmulo triunfante, perdeu completamente a esperança. Sabia que seu reino teria fim e que finalmente seria destruído.
Então Aquele que conquistara o poder sobre a morte, saiu do sepulcro triunfante e proclamou: “Eu sou a ressurreição e a vida” João 11:25. A hoste de anjos curvou-se em reverente adoração diante do redentor e o receberam com cânticos de louvor. Ao ressurgir, a terra estremeceu, raios faiscaram e trovões ribombaram. Um terremoto assinalou a hora em que Jesus depôs Sua vida. Um terremoto também testemunhou o momento de Sua triunfante ressurreição. Satanás irou-se grandemente porque seus anjos fugiram à aproximação dos mensageiros celestiais. Ele ousara acalentar a esperança de que Cristo não tornaria à vida e que o plano da Salvação fracassaria. Mas quando viu o Salvador sair do túmulo triunfante, perdeu completamente a esperança. Sabia que seu reino teria fim e que finalmente seria destruído.
sábado, 2 de janeiro de 2016
A Vida de Jesus: Ressuscitou!
Ressuscitou!
A entrada do sepulcro havia sido fechada com uma grande pedra e a máxima segurança e cuidado foram empregados para guardar o túmulo. O selo império romano fora colocado de tal maneira que a pedra não poderia ser removida sem rompê-lo. Uma escolta de soldados romanos montava guarda ao redor, mantendo estrita vigilância para que o corpo não fosse molestado. Alguns guardas rondavam constantemente enquanto outros descansavam no chão. Havia, porém, outra guarda perto do túmulo. Anjos poderosos, enviados do Céu, estavam ali. Apenas um desses anjos tinha força suficiente para destruir todo o exército romano. A noite que precedeu a manhã do primeiro dia da semana arrastou-se lentamente, e aproximou-se a hora mais escura, antes do romper da alva. Um dos mais poderosos anjos do Céu foi enviado. Seu rosto brilhava como um relâmpago e suas vestes eram brancas como a neve. As trevas fugiam à sua passagem e o céu inteiro foi iluminado com o brilho de sua glória. Os soldados adormecidos despertaram e colocaram-se em posição de sentido. Com assombro e admiração olharam o céu aberto e a visão resplandecente que deles se aproximava. A terra tremia e arquejava à aproximação do poderoso ser celestial. O anjo veio para cumprir uma missão gloriosa e a velocidade e o poder de seu vôo sacudiram a terra em forte comoção. Soldados, oficiais e sentinelas caíram por terra como mortos. Havia ainda outra guarda presente na entrada do sepulcro formada por espíritos maus. Cristo estava morto e Satanás, como dono do império da morte, exigia para si o corpo sem vida de Jesus. Os anjos de Satanás estavam presentes para se certificar de que nenhum poder poderia arrebatar Jesus de seu domínio. Mas quando o mensageiro poderoso, enviado do trono de Deus, aproximou-se, eles fugiram de terror ante aquela visão.
A entrada do sepulcro havia sido fechada com uma grande pedra e a máxima segurança e cuidado foram empregados para guardar o túmulo. O selo império romano fora colocado de tal maneira que a pedra não poderia ser removida sem rompê-lo. Uma escolta de soldados romanos montava guarda ao redor, mantendo estrita vigilância para que o corpo não fosse molestado. Alguns guardas rondavam constantemente enquanto outros descansavam no chão. Havia, porém, outra guarda perto do túmulo. Anjos poderosos, enviados do Céu, estavam ali. Apenas um desses anjos tinha força suficiente para destruir todo o exército romano. A noite que precedeu a manhã do primeiro dia da semana arrastou-se lentamente, e aproximou-se a hora mais escura, antes do romper da alva. Um dos mais poderosos anjos do Céu foi enviado. Seu rosto brilhava como um relâmpago e suas vestes eram brancas como a neve. As trevas fugiam à sua passagem e o céu inteiro foi iluminado com o brilho de sua glória. Os soldados adormecidos despertaram e colocaram-se em posição de sentido. Com assombro e admiração olharam o céu aberto e a visão resplandecente que deles se aproximava. A terra tremia e arquejava à aproximação do poderoso ser celestial. O anjo veio para cumprir uma missão gloriosa e a velocidade e o poder de seu vôo sacudiram a terra em forte comoção. Soldados, oficiais e sentinelas caíram por terra como mortos. Havia ainda outra guarda presente na entrada do sepulcro formada por espíritos maus. Cristo estava morto e Satanás, como dono do império da morte, exigia para si o corpo sem vida de Jesus. Os anjos de Satanás estavam presentes para se certificar de que nenhum poder poderia arrebatar Jesus de seu domínio. Mas quando o mensageiro poderoso, enviado do trono de Deus, aproximou-se, eles fugiram de terror ante aquela visão.
quarta-feira, 2 de dezembro de 2015
A Vida de Jesus: Homenagens Póstumas
Oprimidos pela tristeza, os discípulos haviam-se esquecido de que Jesus predissera aqueles acontecimentos. Estavam sem esperança. Nem José, nem Nicodemos haviam aceitado a Jesus como Salvador abertamente enquanto Ele vivia, mas tinham ouvido Seus ensinos e acompanharam bem de perto cada passo de Seu Ministério. Embora os discípulos tivessem esquecido as Palavras do Salvador acerca de Sua morte, José e Nicodemos lembravam-se muito bem delas. E as cenas ligadas com a morte de Jesus, que desanimaram os discípulos e abalaram sua fé, foram para esses líderes a prova incontestável de que Jesus era o Messias, levando-os a tomar uma posição firme ao Seu lado. O apoio desses homens ricos e honrados era extremamente oportuno naquela ocasião. Eles podiam fazer por seu Mestre morto o que era impossível aos pobres discípulos. Com delicadeza e reverência, removeram da cruz, com suas próprias mãos, o corpo de Cristo. Lágrimas de compaixão fluíam livremente ao contemplarem o corpo ferido e dilacerado do Mestre. José possuía um sepulcro novo, talhado na rocha. Ele o havia construído para seu próprio uso mas agora o destinara a Jesus. O corpo, com as especiarias trazidas por Nicodemos, foi cuidadosamente envolto em um lenço de linho e o Redentor foi levado à sepultura. Embora os príncipes do povo tivessem conseguido a morte de Cristo, não podiam ficar tranquilos. Conheciam muito bem o Seu grande poder. Alguns deles estiveram presentes no túmulo de Lázaro quando Jesus o chamou de volta à vida e tremiam ao pensar que Cristo poderia ressuscitar dos mortos e aparecer diante deles. Tinham ouvido Jesus dizer à multidão que estava em Seu poder depor Sua vida e reavê-la e lembraram-se de Suas Palavras: “Destruí este santuário, e em três dias o reconstruirei.” João 2:19. E sabiam que Ele Se referia a Seu próprio corpo. Judas lhes havia dito que sua última viagem a Jerusalém, Ele teria dito: “Eis que subimos para Jerusalém, e o Filho do Homem será entregue aos principais sacerdotes e aos escribas. Eles O condenarão à morte. E O entregarão aos gentios para ser escarnecido, açoitado e crucificado; mas, ao terceiro dia, ressurgirá.” Mateus 20:18 e 19. Recordavam-se agora de muitas coisas que Ele havia dito predizendo Sua ressurreição, e por mais que quisessem não conseguiam se livrar das apreensões. Como seu pai, o diabo, acreditavam e tremiam. Todas as coisas confirmavam que Jesus era o Filho de Deus. À noite, não conseguiam dormir e viviam, agora que Jesus estava morto, mais preocupados com Ele do que quando estava vivo. Decididos a fazer tudo o que pudessem para reter Jesus no túmulo, pediram a Pilatos para selar e guardar o sepulcro até o terceiro dia. Pilatos enviou uma guarda à disposição dos sacerdotes, e disse: “Ai tendes uma escolta; ide e guardai o sepulcro como bem vos parecer. Indo eles, montaram guarda ao sepulcro, selando a pedra e deixando ali a escolta.” Mateus 27:65 e 66.
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